A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) demorou um dia para responder, formalmente, às críticas de Joseph Blatter sobre a Copa do Mundo de 2014. Ao fazê-lo, no entanto, discordou dos problemas apontados pelo presidente da Fifa, elogiou os políticos brasileiros e disse que não tem a responsabilidade de cobrar as autoridades. Não é papel da CBF pressionar governantes, ainda mais quando não há nenhum motivo para tal. Temos contado com a participação, colaboração e interesse total dos nosso parceiros no governo e trabalhamos de forma colaborativa e integrada com todas as esferas de governo, tendo à frente a presidenta Dilma Rousseff, disse a nota oficial assinada pelo presidente Ricardo Teixeira. Na última segunda, Blatter fez críticas à organização brasileira, disse que São Paulo e Rio de Janeiro estariam ameaçados na Copa das Confederações e cobrou agilidade. A CBF, em vez de rebater as acusações, lembrou de elogios feitos pelo presidente da Fifa anteriormente. Nos bastidores, a CBF tem divulgado que Ricardo Teixeira está em conflito com Blatter, que teria retirado o apoio à sua candidatura à presidência da entidade em 2015. O entrevero, no entanto, não foi citado na nota oficial da entidade brasileira, que ainda refez um convite ao cartola suíço.