ECONOMIA
Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010, 20h:58
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DIA DAS CRIANÇAS
Vendas na Capital superaram 2009
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL) divulgou no final da tarde de ontem, levantamento relativo às vendas alusivas ao Dia das Crianças, comemorado na última terça-feira que apontam para uma expansão de 8,58% sobre igual período de 2009. O percentual apesar de superar o obtido no ano passado, ficou um pouco aquém dos 10% que haviam sido projetados pela entidade às vésperas da data. O aumento nas vendas foi avaliado por meio de comparativo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) entre o período do Dia das Crianças de 2010 e de 2009 (1° a 12 de outubro). Este é um ótimo percentual, já que o Dia das Crianças vem acumulando resultados positivos ano a ano, informa o superintendente da CDL Cuiabá, Nelson Soares. Em 2009 comparado com o mesmo período de 2008, o aumento foi de 7%, de acordo com levantamento CDL Cuiabá. Nos ano de 2008 em relação a 2007 o incremento foi de 3%. O que vemos é que o Dia das Crianças vem crescendo como data comercial, observa Nelson. Ainda conforme levantamentos feitos pela entidade, o ticket médio de compras foi de R$ 50, dada a variedade de presentes que existem para a população infantil. São novos lançamentos a cada mês, a criançada não cansa de esperar o acerto com os pais para ganhar a última novidade lançada justamente no Dia das Crianças (depois, no Natal é certo outro lançamento). Minhas filhas ganharam Aldar Beedo´s (peças para montar personagens), que tem custo variável de acordo com o número de peças, de R$ 35 a mais de R$100, explica a gerente de vendas Vânia Cristina Montanuci. ELETRÔNICOS - Os eletrônicos ganham cada vez mais espaço. De acordo com a City Lar, este ano em toda a rede de lojas no Brasil, só na semana do Dia das Crianças foram vendidos 3 mil videogames e Playstations. Notebooks e computadores, com preço médio de R$ 1,99 mil teve as vendas aumentadas em 85% em relação ao mesmo período de 2009, mostrando que a criançada e os adolescentes estão cada vez mais informatizados. Além dos brinquedos, as roupas são outros itens da lista dos tradicionais e que não perdem espaço. A gerente Marinete Gomes, da Malharia Catarinense, que trabalha com faixas de 0 até 16 anos, apontou em torno de 50% a mais nas vendas nos últimos quatro dias da semana das crianças.