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Cuiabá MT, Quinta-feira, 04 de Junho de 2026

ECONOMIA
Domingo, 11 de Maio de 2025, 08h:34

EMPREENDEDORISMO FEMININO

Quando um amor da adolescência se transforma no negócio da vida

Inspirada em seu cão labrador, Marley, cuiabana cria empresa para grandes animais, usando o e-commerce

ALECY ALVES
Da Reportagem
Divulgação
Aos 14 anos, Letícia já pensava em ser empresária, porém, ainda não sabia que do seu amor por Marley, um labrador de 38 kg, surgiria a inspiração para empreender

Empreender, ser dona do próprio negócio, era o sonho de Letícia Bodenstein, 30 anos, desde a adolescência.

Aos 14 anos, ela já pensava em ser empresária, porém, ainda não sabia que do seu amor por Marley, um labrador de 38 kg, surgiria a inspiração para empreender.

E foi na busca por produtos que pudessem melhorar a qualidade do ambiente de convivência com Marley que nasceu a empresária Letícia, uma apaixonada por cães de grande porte.

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Hoje, seis anos depois, a marca dela, a GGdog, destaca-se no e-commerce, ou seja, o mercado da internet.

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Letícia e namorado

Além de Letícia e do noivo, Gustavo, a GGdog gera dois empregos diretos e diversos indiretos no atendimento dos pedidos e nas entregas dos produtos.

Letícia Bodenstein apresenta a GGdog como uma empresa que trabalha o enriquecimento ambiental com o objetivo de fazer com que os cachorros vivam como cachorros.

“Os animais têm a necessidade de explorar o ambiente, isso inclui farejar, morder e roer coisas”, explica ela.

“Se não saciarmos essas necessidades, eles ficam estressados”, observa a empresária.

“É o estresse que o leva a destruir mesas, cadeiras, entre outros objetos da casa”, assinala.

Letícia contou que, certa vez, saia da garagem de casa com o carro quando percebeu que havia algo de errado.

Ao averiguar, descobriu que seu cachorro tinha roído a fiação e os freios do veículo não estavam funcionando.

Hoje, a empresa oferece os mordedores mais variados para animais de grande e pequeno porte, assim como ração e outros produtos.

No caso dos cachorros de grande porte, ideia inicial do empreendimento, são ofertados mordedores de madeira.

O de madeira café, por exemplo, que é indicado como um tipo que não solta farpas ou pedaços grandes que coloquem a saúde do animal em perigo.

Lá também têm chifres, focinhos e traqueias naturais de bovinos.

Isso mesmo, os cães de grande porte podem esquecer as peças dos carros, pés de mesas e saciar seus instintos com esses mordedores.

Marley, grande paixão e inspiração de Letícia, não está mais com ela.

Ele morreu dois meses após a criação da GGdog.

Como a morte de Marley, o amor de Letícia pelos cães e gatos cresceu em solidariedade e número de “aumigos” (nome que ela deu aos bichos na empresa).

Atualmente, ela tem quatro animais, três adotados.

Na sede do showroom, na Rua Comandante Costa, em Cuiabá, vive a gata Menina.

Na casa da empresária, vivem Bingo, um cão da raça maltês; Maggie, uma vira-latas; Loki, um gato; e Homer, um labrador, o único não adotivo da família.

A GGdog, assim como começou, ainda tem na rede social Instagram uma vitrine dos seus negócios.

Mas, para atender a clientela, Letícia criou a loja virtual: www.ggdog.com.br. No instagram: ggdog.oficial

Ela também mantém um depósito com estoque no qual há showroom.

Além dela e o noivo, Gustavo, a GGdog gera dois empregos diretos e diversos indiretos no atendimento dos pedidos e nas entregas dos produtos.

Seu principal mercado ainda é a região metropolitana de Cuiabá e municípios de Mato Grosso, mas os produtos delas já estão chegando em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, entre outros estados.

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Letícia e produtos

Seu principal mercado ainda é a região metropolitana de Cuiabá e municípios de Mato Grosso

ASSESSORIA FINANCEIRA - Para se tornar empreendedora, Letícia Bodenstein buscou suporte do Sebrae-MT.

Ela diz que, primeiro, contou com a consultoria financeira.

Nessa, estudou sobre como planejar e fazer análise de finanças.

E aprendeu como levantar custos, formar preços, fazer o fluxo de caixa, conhecer o desempenho econômico, a viabilidade técnica, entre outras questões do mercado.

Ela diz que continua frequentando cursos e palestras do Sebrae-MT.

Aprendendo e esclarecendo dúvidas para continuar empreendendo nesse mercado completivo. 


Edição EDIÇÃO 16956




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