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O ministro Gilmar Mendes, do STF, e a advogada Guiomar Feitosa, em Roma, na semana passada
O ministro Gilmar Mendes, do STF, e a advogada Guiomar Feitosa estão se separando.
Casal emblemático de Brasília, com centenas de amigos das mais diversas áreas, os dois encerram uma relação de 18 anos - que, dizem, não vai alterar uma amizade inabalável, de quase cinco décadas.
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"Cansamos de ser casados, mas não cansamos, e jamais cansaremos, de ser amigos", diz Guiomar.
"Nada muda em uma relação de muita amizade e respeito", diz o ministro.
Mesmo depois de separados, ambos viajaram juntos a Lisboa e a Roma, nesta semana, onde o magistrado participou de eventos jurídicos.
Os dois se conheceram em 1978, quando estudaram direito na mesma turma, na Universidade de Brasília (UnB).
Chegaram a trabalhar juntos em um projeto no CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Guiomar, que se casara aos 18 anos, já era mãe de três de seus cinco filhos.
Gilmar era solteiro. Ele passou em um concurso de procurador da República e viajou para a Alemanha, onde fez mestrado, doutorado e formou uma família com um casal de filhos.
Sempre mantiveram a amizade, que acabou virando namoro e casamento em 2007, quando já estavam separados de seus parceiros anteriores.
Guiomar fez carreira primeiro no Ministério da Justiça, e depois em tribunais superiores.
Gilmar defendeu mestrado e doutorado da Universidade de Munique, foi consultor jurídico do Governo, assessor técnico do Ministério da Justiça e assumiu a Advocacia-Geral da União no Governo de Fernando Henrique Cardoso, que o indicou para o STF.
Foi neste período FHC que Gilmar e Guiomar voltaram a se ver com mais frequência, e começaram a namorar.
O ministro é natural de Diamantino (208 km a Médio-Norte de Cuiabá). Tem 70 anos.
Com informações de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo




