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Galvan já tentou colar sua imagem à do hoje presidiário Bolsonaro, na tentativa de se eleger senador
Da ala extremista do bolsonarismo, o fazendeiro Antonio Galvan deixou o Democracia Cristã (DC) em Mato Grosso, pelo qual anunciou sua pré-candidatura a uma vaga ao Senado.
A alegação é de que uma decisão do diretório nacional inviabilizou seu projeto político-eleitoral.
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Na semana passada, o presidente nacional do DC, João Caldas, anunciou que única possibilidade para Galvan permanecer no partido seria como candidato a deputado federal.
Ou, quando nada, como primeiro suplente na chapa ao Senado encabeçada pela deputada estadual Janaina Riva (MDB).
A cúpula do partido já havia anunciado a pré-candidatura do ex-ministro Aldo Rabelo à Presidência da República.
Galvan, no entanto, não aceitou a decisão, justificando que iria apoiar o candidato que o presidiário Jair Bolsonaro (PL) indicasse.
Nesse caso, fechou com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), imposto pelo pai, que, apesar de tudo, manda na extrema-direita.
O fazendeiro está à procura de uma nova legenda que garanta seu projeto que mira o Senado.
Ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan foi indiciado, em 2024, pela Policia Federal, pelos crimes de incitação pública à prática de delito e associação criminosa.
Ele também foi indiciado por financiar atos golpistas, em 2023, em apoio a Jair Bolsonaro.
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