A Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande descartou a possibilidade de risco de infecção por meningite, depois que o menino Vinícius Campos de Araújo, de apenas dois anos, veio a óbito após ser diagnosticado com meningite bacteriana, na noite do último domingo (14). Os coordenadores das Vigilâncias Epidemiológica e Sanitária do município, Odiles Demski e Emerson Francisco de Araújo respectivamente -, ressaltam, por meio de nota, que o tipo de meningite que atingiu o menino não é transmissível. Por conta disso, as aulas na creche Lucimar Sacre de Campos, onde Vinícius passava boa parte do tempo, não serão suspensas. Está descartada também a medicação preventiva às crianças que lá habitam. A família de Vinícius culpa o poder público pelo incidente. Antes de falecer, o garoto recebeu dois diagnósticos diferentes. No primeiro, um dia antes de morrer, o menino teve alta do Pronto-Socorro de Várzea Grande após o prontuário apontar virose. Na avaliação do subsecretário de Saúde do Município, Renato Tetilla, não houve falhas no atendimento oferecido à criança.