NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Quarta-feira, 24 de Junho de 2026

CIDADES
Quarta-feira, 02 de Setembro de 2009, 09h:26

Plenário da Câmara usado pela categoria

Antes de protocolar o documento na prefeitura de Cuiabá, os médicos participaram da sessão na Câmara de Vereadores. O vereador Toninho de Souza defendeu que o prefeito Wilson Santos conduzisse pessoalmente a situação e criasse uma comissão de negociação. “A situação é grave e está insustentável. Está claro que o Luiz Soares não tem condições de resolver o problema, que ele tem contribuição”, justificou Souza, lembrando que além do fluxo normal, o Pronto-Socorro é a unidade de referência para casos suspeitos da gripe “A” e da dengue. A mobilização dos médicos também ganhou o apoio do Conselho Regional de Medicina (CRM). “Temos a preocupação que seja dada à população a assistência em casos de emergência. Por outro lado, o movimento reivindica melhores condições de trabalho, que repercute na qualidade do atendimento”, frisou o presidente do CRM, Arlan de Azevedo Ferreira. Além disso, Ferreira disse acreditar que existe uma relação “leonina” entre a administração municipal e a categoria, que tem vencimentos entre R$ 800 e R$ 1.200, valores quadriplicados por incentivos que são cortados por “questões mínimas”. Ferreira considerou justo o pedido de que as gratificações sejam incorporadas aos vencimentos dos profissionais. Estagiários de medicina, nutrição e enfermagem da UFMT também participaram do movimento. (JD)

Edição EDIÇÃO 16968




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL