De acordo com o delegado Paulo Araújo, à época em que assumiu a DEA, em 2010, acreditava-se que as gangues eram formadas apenas por adolescentes. Porém, as investigações mostraram que há integrantes que, ao completarem mais de 18 anos, não deixam o bando. Eles mantêm laços, diz. Em alguns casos, esses jovens são responsáveis por abrir caminhos para outros adolescentes em algumas infrações relacionadas ao tráfico, com mais violência durante os crimes. Todas as gangues que nós apuramos até hoje estão ligadas a práticas de ações penais. Em todas permeia o uso de drogas ou o tráfico, o uso de armas, com violência, em assaltos e todos os delitos que garantam vida boa para eles, diz. Além disso, os integrantes das gangues têm baixo poder aquisitivo. Não identificamos integrantes que tenham um grande poder aquisitivo, destacou. (JD)