Além do aumento de assaltos, outro fator que preocupa os trabalhadores do sistema de transporte coletivo é o nível de agressividade dos assaltantes. Estão mais violentos, disse o presidente do Sindicato dos Motoristas Profissionais e Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestres (Stett), Olmir Fêo. Ele acredita que um dos motivos é a diminuição do dinheiro nos ônibus e a instalação de cofres que fazem os marginais partirem com mais brutalidade contra os trabalhadores e passageiros. Dados do Stett mostram que no primeiro semestre deste ano já aconteceram 440 assaltos no sistema de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande. Em todo o ano passado, foram 794 ocorrências. (JD)