Conforme o coordenador municipal da Defesa Civil, Oscar Amélito, após o trabalho dos bombeiros o prédio seria liberado para perícia. Quase 12 horas depois, com os focos de calor já controlados, os moradores tiveram permissão para entrar nos apartamento e retirar alguma coisa, mas todos foram proibidos de pernoitar no prédio. À Defesa Civil, um morador do prédio, que é engenheiro elétrico, informou que assim que ocorreu o curto-circuito a rede elétrica foi desligada. Foi assim que a situação não tomou proporções maiores, comentou. Segundo o Corpo de Bombeiros, o curto-circuito não chegou a provocar incêndio, apenas muita fumaça, que até o início da tarde ainda saía dos apartamentos. Um aerador, semelhante a grande ventilador, foi empregado pelo Corpo de Bombeiros, na tentativa de esparramar ou resfriar alguns dos apartamentos para auxiliar nos trabalhos de resgate de alguns dos moradores. Além de 60 bombeiros, equipes do Serviço de Urgência Móvel (Samu), da Polícia Militar, Defesas Civil do município e do Estado, e do Centro Integrado de Operações Aéreas do Estado (Ciopaer) também atuaram na remoção das vítimas. Tem toda uma estrutura para poder fazer o atendimento a contento, frisou o tenente-coronel Silvio. Além dos aparelhos necessários para os atendimentos, as equipes levaram água, laranjas e leites para auxiliar na desintoxicação das vítimas causada pela fumaça. (JD)