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CIDADES
Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006, 21h:12

Juíza diz que presença não era necessária

A juíza Olinda de Quadros Altomare Castrillon disse que, por algum tempo, menos de um ano, manteve o marido Ernani da Silva Lara Neto Castrillon contratado como seu agente de segurança. Entretanto, ela negou que ele tenha recebido o salário sem trabalhar. De acordo com a magistrada, o cargo que Ernani ocupava não exigia a presença constante dele em uma sala, atrás de uma escrivaninha ou a assinatura diária de ponto. Na condição de agente, o marido costumava acompanhá-la em missões externas e fazer trabalhos em lugares onde, por medida de segurança, não seria recomendada a presença dela. Olinda Castrillon disse que tão logo entrou em vigor a lei que proíbe a contratação de parentes, Ernani foi exonerado do cargo. Antes dessa exigência legal, destacou ela, não havia nenhuma irregularidade na contratação ou manutenção dele no cargo. A magistrada disse que desconhece o conteúdo da denúncia apresentada pelo Ministério Público. E que como ainda não foi ouvida ou citada no processo, prefere aguardar o conhecimento formal antes de se manifestar sobre a acusação. (AA)

Edição EDIÇÃO 16959




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