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CIDADES
Quinta-feira, 06 de Setembro de 2012, 20h:54

MEGA SOM

Empresário diz que prejuízos são de pelo menos R$ 1 milhão

Com uma perda de quase R$ 1 milhão, o proprietário da Mega Som, Edimilson Alves, calcula que levará cerca de seis meses para recuperar o prejuízo causado pelo incêndio em seu depósito, localizado a duas quadras da loja. Ele esclareceu que as chamas atingiram somente o prédio onde os instrumentos musicais ficavam armazenados, mas que o ponto de vendas da Mega Som continua funcionando normalmente, sem que os clientes sejam prejudicados. O depósito é um prédio de construção antiga localizado na avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), que por fazer parte do entorno do Centro Histórico de Cuiabá, não pode ser sofrer grandes modificações. Somente o terceiro andar do prédio foi atingido pelo fogo, queimando vários instrumentos de cordas, sopro, percussão, microfones, acordeões, alto-falantes e acessórios. O local possui seguro, mas o proprietário esclareceu que ele cobre apenas 40% do prejuízo. Edimilson afirmou que o depósito da loja já está em processo de transferência para um prédio de construção recente e com sistema de segurança adequado aos padrões atuais, no bairro Jardim Itália. Sobre a experiência de ver parte do patrimônio ser consumido pelas chamas, ele afirmou que como empresário, percebeu a quantidade do que estava perdendo. “Mas como ser humano, eu tenho a certeza de que tudo o que foi queimado é restituível”, disse. O incêndio ocorreu na segunda-feira, dia 4, e durou mais de três horas. A causa ainda não foi confirmada, mas relatórios parciais da perícia afirmam que tenha sido uma falha na rede elétrica. O Corpo de Bombeiros teve dificuldade para extinguir as chamas, e foi muito criticado pelos populares que acompanharam a ação por não possuírem estrutura adequada para combater o fogo com mais agilidade. Outro caso de incêndio que culminou com a perda de bens matérias e do espaço físico aconteceu no dia 13 de novembro do ano passado, na antiga Casa do Sorveteiro. Depois de aproximadamente nove meses de reforma, o comércio está novamente aberto no mesmo local, com o nome de “Sorv & Cia”. O gerente do estabelecimento, Doalcey Gavilan, contou que os proprietários não quiseram prosseguir com a perícia para determinar a causa das chamas, pois isto não traria a loja de volta e a dor da perda era muito grande. “Só quem passa por isso realmente sabe o quanto é uma experiência dolorida”. (SM)

Edição EDIÇÃO 16964




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