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CIDADES
Sábado, 06 de Agosto de 2011, 12h:41

FUNCIONALISMO

Consad diz que MT remunera bem

Conforme pesquisa realizada pelo Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Administração (Consad), Mato Grosso tem a quinta melhor remuneração média para o cargo de Investigador de Polícia e a oitava para o cargo de Escrivão. Já para as carreiras de Meio Ambiente e de Trânsito, o Estado ocupa o quinto e o quarto lugar respectivamente, em relação às outras unidades da federação, lembra o secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda. De 2007 a 2011, os escrivães e os investigadores de Polícia Civil tiveram um aumento de 106%, baseados em lei, sobre o valor do subsídio inicial da carreira. Já a carreira dos profissionais do Departamento de Trânsito teve um aumento médio de 37% no mesmo período, alcançando todos os cargos da categoria: técnico, agente e assistente. Assim como as outras carreiras, os profissionais do Meio Ambiente também foram contemplados com a correção da inflação nesses anos, sendo que, em 2011, a mesma foi de 6,47%. Na linha de que o governo do Estado vem conversando todo o tempo desde outubro de 2010 sobre esse tema, não há dúvida de houve diálogo aberto, como assegurou o chefe da Casa Civil, José Lacerda. O secretário de Administração, Cesar Zilio, destacou que o governo vem concedendo aumentos salariais acima da média nacional, que é de 2%. “Os outros estados têm concedido aumentos que não passam de 3%, nós estamos além disso. As carreiras estão recuperando a dignidade com os aumentos e as reestruturações, mas o Estado concede aumento quando é possível, dentro de suas possibilidades orçamentárias”. Segundo José Lacerda, mesmo com os aumentos concedidos em anos anteriores, o Estado não se refutou em procurar contemplar mais uma vez essas categorias. “Este governo tem se reunido com as categorias desde outubro, recebendo-as inúmeras vezes, num amplo diálogo com os servidores, procurando alcançar um índice que seja favorável para ambos os lados, mas estamos no limiar do que podemos oferecer. Não podemos avançar não porque não queremos, mas por que não podemos. Estamos no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal”. Em relação às reuniões agendadas a serem realizadas na Assembleia Legislativa com as categorias, o secretário Cesar Zilio afirmou que as propostas serão reafirmadas e não haverá alterações com relação a isso. “Não apresentaremos novas propostas. O governo irá para a Assembleia Legislativa para manter as propostas que já foram oferecidas. O Estado já está com sua política salarial definida. Pediremos o retorno ao trabalho para as categorias para que possamos voltar a falar e por fim a este impasse, concedendo os reajustes que estão sendo propostos. Enquanto estiverem paralisados, não haverá reajuste”, completou o secretário. (Com assessoria)

Edição EDIÇÃO 16960




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