NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Quinta-feira, 18 de Junho de 2026

BRASIL
Segunda-feira, 02 de Maio de 2011, 20h:40

SOCIAL

Governo anuncia hoje o índice da linha da pobreza

A ministra Tereza Campello (Desenvolvimento Social) divulga hoje o índice da linha da pobreza que definirá quantas famílias receberão auxílio do programa "Brasil sem Miséria", anunciado pela presidente Dilma Rousseff na semana passada. A erradicação da pobreza extrema é uma das bandeiras da campanha eleitoral de Dilma. A promessa da criação da linha da pobreza havia sido feita pela ministra no início do mandato. Apesar de o valor ainda não ter sido anunciado, espera-se que ele fique próximo à renda mínima por pessoa de R$ 108, sugerida pelo economista e coordenador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, Marcelo Neri. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que também participam da entrevista coletiva, estão fornecendo os dados e análises para a definição da linha de pobreza. Segundo Márcio Porchmann, presidente do Ipea, esse índice deverá ser usado para medir a erradicação da pobreza da mesma forma que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é consultado nas análises sobre a inflação. Dados do IBGE divulgados na semana passada revelam que, em 2010, uma em cada sete famílias brasileiras vivia com renda abaixo de R$ 130, equivalente a 25% do salário mínimo da época (R$ 510). BOLSA FAMÍLIA O Bolsa Família entende como pobres no Brasil quem tem renda per capita menor que R$ 140. Em 2010, programa oferecia uma bolsa-auxílio que varia entre R$ 22 e R$ 200 a 1,1 milhão de famílias. Cerca de 25% delas perderam o direito aos recursos em fevereiro porque não atualizaram seus cadastros. Em 2011, o ministério calcula que o governo gastará cerca de R$ 13 bilhões para atender a 12,9 milhões de beneficiados.

Edição EDIÇÃO 16964




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL