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Cuiabá MT, Quarta-feira, 17 de Junho de 2026

ARTIGO
Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011, 07h:36

LEITOR

VLT terá projeto até setembro, mas ainda sob protesto

“Incrível como somente agora surge um estudo tão ‘aprofundado’ e baseado em uma realidade inaceitável para uma capital de um Estado. Chega de mediocridade! Chega de gambiarras (BRT), de ‘aeroporcos’, de pessoas que sugerem o fechamento de uma escola para resolver o ‘trânsito’ de uma ruela! Para bom entendedor....” PAULO SÉRGIO DE VASCONCELOS, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “Muitas empresas de fora não se estabelecerem em Cuiabá simplesmente por falta de energia elétrica. Considerando que o VLT é movido a energia elétrica gostaria de saber de onde vai sair a energia para movimentá-lo. Outra coisa, o VLT funciona somente com corrente contínua portanto será necessário construir uma enorme usina que transformará a corrente alternada em corrente contínua, o valor dessa usina está nos cálculos do VLT?” JANUÁRIO DE V. COELHO, Administrador, Cuiabá/MT [email protected] Edital da Sanecap será divulgado na segunda “Eu quero parabenizar o prefeito por ter coragem de enfrentar esse problema que há décadas a população vem sofrendo com falta de água e esgoto sanitário e nunca foi resolvido. E faço uma pergunta: qual o órgão público que funciona a contento da população?” JOSE VIDAL OLIVEIRA, empresário, Cuiabá/MT [email protected] CDL e OAB refutam criação de Fundo que aumenta imposto “Há uma maneira simples de evitar criação e/ou aumento de tributos; para entendidos, claro. Ah! Também idôneos. Primeiramente, evitar que a CDL, Fecomércio, Facmat e outros pinduricalhos do gênero, determinem como e sobre quanto recolher o ICMS, tanto que já determinaram que o ICMS Garantido passaria a ser ICMS Garantido Integral, ou seja, não haveria - como não há - recolhimento da diferença entre as margens de lucro/valor agregado - que gostam de chamar ‘mark up’ - estimados, em média 35%, e os efetivamente praticados, que são, no mínimo, o dobro disso, prova que a Sefaz emitiu um Decreto - só não tem/teve peito para aplicá-lo - que gerou a maior ‘chiadeira’ por aquelas Associações, alegando ser o dobro dos Vs.As. até então adotados. ‘Alegaram’, mas não apresentaram - não são doidas - provas fundadas em uma contabilidade, desde que passível auditoria. ‘Segundamente’: conhecer quem são, realmente, as MEs e EPPs enquadradas no Simples Nacional, já que seus tetos de enquadramentos são meras ficções fisco-contábeis, posto que embutem em seus preços os 17% do ICMS e recolhem, amparadas pelo Simples, em, no máximo, 3,41% e, mesmo assim, não o recolhem, já sabendo, pelo ‘poder’ daquelas Associações, que acabarão por ter seus débitos anistiados em juros e multas e, ainda, parcelados em 60 meses. Ou seja, o dinheiro do consumidor em seus bolsos, aumentando seus patrimônios e ‘repassados’ aos cofres públicos com todas aquelas benesses. ‘Terceiramente’: com a manipulação dos tetos de enquadramento no Simples, reduzem o montante de todos os demais tributos e contribuições, sobre os quais os Estados e Munícípios perdem, respectivamente, 21,50% e 22,50% sobre os repasses do Fundos de Parcicipação. ‘Quartamente’: o Governador deveria procurar saber onde está a verdade: na Sefaz, nas Associações citadas ou comigo. Tenho 28 anos de ‘números’ e números não mentem! Que tal um debatezinho entre esses números e os ‘deles’? Não me peitam, por que? Já sabem da derrota ou pela minha ‘insignificância’? Com a palavra, os interessados!” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, Economista, Cuiabá/MT [email protected] *** “A ‘tática’ do caos utilizada pelos governantes para justificar impostos já está muito manjada e é antiga demais, nem criatividade eles tem. Primeiro deixa-se as estradas intransitáveis para incrementar o pedágio, depois a saúde fica um caos para criar o CPMF, agora deixa-se a segurança ir ao fundo do poço, para se criar um novo imposto, ou simplismente aumentar a alíquota dos que já existem. Ninguém quer cortar custos e priorizar áreas como a segurança e saúde, ninguém que de fato quer combater a corrupção, que está em níveis insustentáveis, para aplicar em setores essenciais. Não se espantem senhores leitores se um dia o governo resolver criar o IPCC, imposto para combater a corrupção. Hi! Caramba! será que dei uma idéia para eles? Deleta deleta........ “ RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT [email protected] *** “Mato Grosso cresce em população e bem mais em arrecadação. Ainda quer mais? Chega de corrupção!” OSVALDO TANCREDO, radialista, Cuiabá/MT [email protected] Dois bancos assaltados na mesma hora “Pros novos cangaceiros, a empreitada vale a pena. Se der errado, pegam 15 dias de cadeia ... se der certo levam mais de 1 milhão ... Ou mudam-se as leis ou tudo vai piorar...” LUIZ MARAN, representante comercial, Cuiabá/MT [email protected] MT tem 1 escola pública entre 10 ‘tops’ “O constrangimento ao meu ponto de vista não é dos alunos, e sim dos professores que vão a escolas somente para cumprir carga horária, pois conforme esta aí a quem quiser observar não há nenhum incentivo do governo do estado para melhorias na educação, só ficam no blábláblá enquanto professores tem salários baixos, parlamentares e executivos do governo ganham salários obcenos para não fazerem nada.” JEFFERON RONDON DE SOUZA, rep comercial, Cuiabá/MT [email protected] Projeto do VLT fica pronto até dia 20 “Até o momento existem muitas informações divergentes. O VLT custa 700 milhões(confome o Riva) ou 1,1 bilhão(conforme o Eder)? a diferença é bem significativa. O regime diferenciado de contratação para a Copa (RDC) não significa que deve-se abrir mão dos preceitos técnicos e éticos, imperativos quando se trata de recursos públicos. Interessante que até o presente momento não exista nenhuma projeto assegurando exatamente o impacto e custos da implantação do VLT, significa que toda polêmica foram feitas em cima de suposições.” ROBERTO CUIABANO, autônomo, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16964




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