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Cuiabá MT, Quinta-feira, 11 de Junho de 2026

ARTIGO
Sábado, 12 de Dezembro de 2009, 16h:33

LEITOR

Uso de calçadas na Popular é tema de audiência pública

“Não é só na na praça citada, é na cidade toda que encontramos bares e automóveis invadindo o espaço do pedestre e áreas públicas. Isso só acontece devido à inércia das autoridades.” ENIVALDO CAMPOS, Cuiabá/MT *** “Será que os ‘comerciantes’ da Praça Popular vão conseguir seus intentos novamente? Já conseguiram retirar o chorinho que existia na praça (com qual alegação?), agora estão tirando o direito do cidadão de ir e vir e ainda acham que podem continuar? Se este secretário de meio ambiente juntamente com este promotor, fossem sérios estariam exercendo o que dispõe o Código de Postura do município.” JAQUELINE BRAVO, geóloga, Cuiabá/MT [email protected] *** “Evito a utilização de automóvel como meio de transporte. Acho um absurdo o pedestre ter que correr o risco de andar na rua. Dá para imaginar o motivo de quase não vermos cadeirantes transitando em nossa cidade. Quando não é automóvel estacionado na calçada, é calçamento mal conservado ou a utilização particular de um local público.” LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, administrador, Cuiabá/MT [email protected] *** “É uma boa verificar essa situação do transito nas redondezas da praça e das calçadas das galerias da rua Estevão de Mendonça que é um perigo,carros tomam conta da calçada e é difícil para o pedestre andar, principalmente nas horas mais perigosas que é a do pique. Peço também essas providencias.” IRINILSON SEBASTIAO CARVALHO DE ARRUDA, funcionário publico federal, Cuiabá/MT [email protected] *** “É claro que a ocupação das calçadas, preocupa os pedestres e muito! Os empresários, na ganância de ganhar dinheiro de qualquer jeito, ocupam os espaços públicos como se donos fossem. É uma vergonha o que está acontecendo na praça popular. Colocam cones ao longo das ruas e ainda enfrentam com grosserias, às pessoas que reclamam da falta de estacionamentos. Os garçons reservam vagas solicitadas por clientes, por telefones, como se fossem donos dos espaços públicos. Tomara que o MP consiga mudar esta situação, pois, a prefeitura é conivente com tudo que está acontecendo ali. Avante MP (Dr. Gerson)!!! o Edivá não tem competência e vontade para resolver a questão.” ALZINO BERNARDES DA SILVA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] PM atira em advogado “Nesta história acho que não há mocinhos. O advogado deveria ter obedecido a ordem de parar. Não parou por algum motivo. A polícia atirou no pneu. Entendo que foi uma prática correta. Quanto aos tiros que acertaram o motorista acho incorreto. Se eu fosse policial e desse uma ordem para o veículo parar e não fosse atendido eu iria concluir que se tratava de alguém praticando algum tipo de delito. Se a vítima (?) não fosse quem é com certeza todos iriam dizer que a polícia agiu corretamente.” JOÃO SANTOS, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “Esse advogado e filho de desembargador deve sim responder criminalmente e civilmente por não obedecer a ordem de parada de uma viatura de policia militar oficializada. Lamentamos. Desejamos melhora e recuperação a ele, em primeiro momento, depois sr. advogado seja homem, seja bacharel, seja filho de quem conhece as leis, responde por parte da sua culpa...” RICARDO MADUREIRA SANTIAGO, historiador Cuiabá/MT [email protected] *** “Pois é, e agora. A culpa é nossa da sociedade, pois estamos cobrando ação com violências por partes das autoridades. Tudo de ruim que esta acontecendo nos culparmos a polícia, não é? Pois é chegou a hora de conversarmos, sem política. Política sim voltada ao cidadão a nossa cidade, sem resultado imediato sem midiatismo, com coragem por partes dos responsáveis diretos. Vamos acordar minha gente. Solidarizamos com os pais, oremos pelo garoto, e nos entristecemos pelo policial, que também é vitima neste processo cruel que estamos passando. Coragem minha gente.” FERNANDO NEVES, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] Alerta: autofagia do PSDB “Caro secretário Eder Moraes, por que ao invés de ficar nesse chororô o senhor não parte pra guerra fiscal? Se municípios como Barueri e Santo Antônio Leverger praticam alíquotas mais atrativas do ISSQN que seus vizinhos grandes como São Paulo e Cuiabá, respectivamente, o que impedem estados como Mato Grosso ou Piauí de baixarem alíquotas do ICMS para sediar empresas que praticam comércio eletrônico? Já pensou em baixar imposto, secretário? Ou isso soa como palavrão aos ouvidos do fisco estadual?” JOSÉ ROBERTO AMADOR, jornalista, Cuiabá/MT [email protected] Front Light interditado “Parabéns prefeitura! Retirem estes poluentes visuais que ainda podem cair na cabeça do povo é só ventar que caem todos.” IVONE DO NASCIMENTO, do lar, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16960




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