Muito bom artigo. Só me permita discordar da análise de que a secessão era anseio de uma elite agrária e minoritária do sul do Mato Grosso uno. Já no século XIX, a elite corumbaense, que na época era muito mais rica do que a de Cuiabá e baseada não no agronegócio, mas sim na exportação e importação (sendo o terceiro porto mais importante da América do Sul) reclamava pela autonomia. O argumento já naquele tempo era o de que o sul acabava sustentando economicamente o norte do estado. Lembre-se que nessa época Campo Grande mal existia, não passando de um povoado sem qualquer relevância. Com a transferência do eixo econômico regional de Corumbá para Campo Grande, mudou também a justificativa para a secessão, se aproximando mais do que a autora sustenta. Grato. WAGNER BAHIA, Advogado, Corumbá/MS
[email protected] Prefeito de Poconé cancela Carnaval 2009 após tragédia Estou sentindo-me sem chão, quando soube desta triste notícia. Foi ele, o frei Joaquim, quem me batizou, e sempre que eu estava de férias em Mato Grosso, e ia a Poconé visitar parentes, procurava saber dele. Com certeza fará muita falta, foi um revolucionário na religiosidade poconeana, assustava alguns e alegrava a muitos, descanse em paz grande padre. JOLIMAR MARCIO, padre católico, São Leopoldo/RS
[email protected] Pânico em Alto Taquari Não podemos falar em segurança pública no Brasil. Os valores estão completamente invertidos. Hoje, um pai de família, que trabalha na lavoura para conseguir dar de comer aos seus filhos, recebe não mais que R$ 600,00 (no Estado de São Paulo), e sua alimentação é insuficiente e pobre em nutrientes. É uma economia de subsistência; a luta é para que o alimento dure até o próximo dia, onde poderá vender novamente o seu trabalho físico. Já a vida de um detento é mais cômoda; benefícios de assistência médica e odontológica, prioridade em atendimentos sobre qualquer natureza, gozo de liberdade nos feriados de final de ano, dia das mães, comida balanceada com nutricionistas etc. O governo remunera mal os profissionais da Segurança Publica de tal forma que os mesmos, após o trabalho de até 24hs, ainda encaram uma outra jornada para complementar a renda, deixando assim de servir com qualidade. Dessa forma, brasileiros, a desigualdade social continua aumentando e o caminho na certa é o crime, e cada vez mais presídios super-lotados, e nós, pessoas de bem, continuamos a pagar impostos para uma boa alimentação e saúde dos nossos presos, que, quando conseguem a liberdade, estão em boa forma física para esse tipo de ação. WILSON CATTANEO JÚNIOR, Policial Rodoviário e Economista, Valparaíso/SP
[email protected] Juiz acata denúncia contra Ralf Leite É triste para Cuiabá, um cidade centenária, que precisa de legisladores que tenham criatividade e vontade política para propor e congregar os cidadãos para a solução dos graves problemas; habitacional, estruturais na saúde, educação, transporte etc. Pagar o salário de um jovem delinquente como deste Sr. Ralf Leite. Não estou falando da relação imprópria dele com um menor, sua opção sexual não está sendo julgada, mas sim sua conduta imprópria e irresponsável. E quem paga a conta? Somos nós, de Cuiabá e até de Várzea Grande, uma vez que somos consumidores da Capital em muitos segmentos da economia local. O povo precisa refletir e mudar na hora do voto! E agora como ficarão os que venderam o seu voto para este delinquente? Terão a cara de pau de ir em defesa da família, da moral política e dos bons costumes? JOSÉ WILSON TAVARES, Docente, Várzea/MT
[email protected] *** Todos nós temos o direito de errar, mas também temos que, no decorrer da nossa vida, corrigir os erros do passado; não acho que o vereador deva ser cassado, e os outros luteros e chica nunes da vida fiquem impunes. Isso tem que acabar logo, eu votei para que meu vereador trabalhe em prol da coletividade e não para ficar criando CPI que no final vira pizza. Abra o olho Pop. DIOCLIDES MACEDO, geógrafo, Cuiabá/MT
[email protected] Cuidado, trote A cultura universitária mantém o trote como forma de expiação dos pecados do calouro. Por um lado busca ensinar que ele adentra a classe dos privilegiados do sistema, que podem pintar e bordar, mas possuem fórum especial, prisão especial e tudo. Por outro, visa a comunhão do corporativismo daqueles que poderão estar na ponta da pirâmide social brasileira. O trote é o tudo que é o nada, parafraseando Pessoa, o grande mistério de uma sociedade universitária que estuda pouco, produz pouco conhecimento e ensina que os ricos e os bem estudados podem tudo. FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, Funcionário Público, Cuiabá/MT
[email protected] Que então devolva dinheiro, rebate secretário de Cultura Erradíssimo o Secretário. O carnaval é uma manifestação popular e deveria ser incentivado de maneira competente, principalmente pelos responsáveis, entre os quais a Secretaria de Cultura. A má vontade tem outro conteúdo, que suscita declarações de cunho desrespeitoso e ofensivo. Pau mandado do tucanato, adquiriu seus vícios. O blá blá blá (nhenhenhém cartesiano) neoliberal da sustentabilidade deveria ser repetido para banqueiros, especuladores imobiliários e financeiros e outros usurários. Falar grosso com a pobreza além de covardia é deselegante! E logo depois da eleição é oportunismo puro, mesmo porque o carnaval está afeto à sua pasta, quer queira, quer não. A incompetência é dele principalmente. TADEU SILVA, historiador, Cuiabá/MT
[email protected]