Absurdo!!! Não que uma sede moderna para a prefeitura não seja necessária. Mas simplesmente existem dezenas de coisas mais fundamentais para a população cuiabana. Antes de cogitar, pensar, em construir nova prefeitura, nós precisamos de novos hospitais, policlínicas, creches, asfalto, água, esgoto... (o espaço aqui não seria suficiente para escrever tudo). Só depois de tudo isso pelo menos bem encaminhado é que poderíamos falar em nova prefeitura. Esta não é a prioridade. Ficará muito estranho se uma das primeiras obras deste prefeito-empresário for um novo gabinete para ele, semelhante ao que ele deve ter na sua empresa. JOÃO TERTULIANO, Cuiabá/MT
[email protected] *** Tá certo! Tem que fazer uma prefeitura igual ao Detran de Cuiabá, com tudo ali. LEONILTO GUIA, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] *** Parabéns! Cuiabá merece, sim! Precisamos pensar grande, sim! Cuiabá está crescendo, está se modernizando, e precisamos de infraestrutura pública para atendimento à população. HENRIQUE EDUARDO DE O. BARROS, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] *** Aprovada essa ideia de uma nova construção para abrigar a prefeitura de Cuiabá mostra a inteligência e responsabilidade para avançar para as águas mais profundas dessa administração. E Deus te ilumine! ANA SANTOS, funcionária pública, Cuiabá/MT
[email protected] Mauro Mendes questiona casa arrumada Obras inacabadas como as do bairro Santa Amália, que deixam a desejar: minha rua está sem asfalto. Abriu-se uma valeta em frente às casas promovida pela erosão das chuvas e a empreiteira Equacional não veio arrumar os estragos. Esta rua de nome João Pinto tem água potável com cano quebrado há vários dias e a CAB não faz nada para arrumar. Enfim, existem 3 terrenos no final da rua que estão rebaixados em relação à área verde e que servem para acumular águas paradas contribuindo para proliferação da dengue. E a Saúde parece fazer vista grossa a esta situação. Já há tempos tenho vídeos publicados no Youtube denunciando esta situação. HAROLDO FURTADO DE SOUZA, vendedor, Cuiabá/MT
[email protected] *** Isso aí é caso de policia: o cara rouba na maior cara-de-pau e nada acontece. Com a palavra, MPE, MPF e outros setores responsáveis. ADOLAR RODRIGUES DE AMORIM FILHO, Cuiabá/MT
[email protected] Kamil espera que arrecadação cresça Dr. Kamil precisa aprender o que é SUS e perceber que o $$$ do Ministério da Saúde é certo, mas tem que ter projetos e metas e não pode usar fora das rubricas. Como gestor do município, o pepino é bem maior, é diário, 24h, e quero ver quanto tempo o senhor vai aguentar o rojão. Se no Estado, que é fichinha diante do município, o senhor ficou só 30 dias e saiu reclamando da burocracia, quero ver aqui na Saúde de Cuiabá, onde o SUS é judicializado e se não andar na linha não tem repasse. Saúde municipalizada não é clínica privada, nem cooperativa de trabalho médico, o senhor vai ter que se adaptar. BENEDITA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] Câmara caça vício na lei que elevou IPTU Ninguém é ingênuo de acreditar que essa Mesa facilitará a vida do atual prefeito. A única chance de aliviar um pouco sua situação seria ele se aproximar do vice-presidente da Câmara, mas parece que seu orgulho e arrogância não permitem tal ato. Ao contrário, está tentando mostrar que quem é contra ele pagará caro, se utilizando da antiga prática do coronelismo. Mauro Mendes passará maus bocados pela sua arrogância, e logo aprenderá que administrar coisa pública é muito diferente de empresa privada. Jogar a pedra e esconder a mão têm sido sua marca registrada: veja caso do aumento do IPTU e da tarifa do transporte público. RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT
[email protected] Burocracia favorece abandono das casas Penso que o Iphan deve se articular com maior profundidade com as instituições profissionais Crea/CAU, etc. e com as prefeituras, especialmente para agilizar e desburocratizar a aplicação das normas. Afinal, "apenas" distribuir (boas) cartilhas para leigos não funciona. O mesmo problema acontece em Cáceres. Fica a sugestão! ADILSON REIS, engenheiro civil, Cáceres/MT
[email protected] 60 famílias ainda estão na área O caso dos arrozeiros de Roraima se repete. Quero ver agora o que esses índios vão fazer com a povoação do Posto da Mata e tudo que ali foi construído ao longo de 30 anos. Terá o mesmo destino da Base Aérea da Ilha do Bananal (alguém já esteve lá para conferir as ruínas?!). Não questiono o direito indígena às suas terras, mas usar o argumento de que era território indígena, teríamos de retornar todos para a Europa, África, Ásia... Afinal, todo o território brasileiro era indígena! Se durante 30 anos os índios não perceberam a instalação de brancos na área, por que retomá-la depois de tantos anos? Não haveria outra forma de negociar a convivência entre índios e brancos que, afinal de contas, são todos brasileiros? NATAL SANTANA, Cuiabá/MT
[email protected] Carnaval Cuiabá como tema de samba-enredo é coisa esdrúxula. Nunca vi nada mais sem-pé e sem-cabeça do que as letras dos samba-enredo. É nossa Cuiabá mais uma vez ridicularizada, devido à sede de aparecer do prefeito que deixou a conta para o atual pagar, para ser ridicularizado. JOSE RIBEIRO DA SILVA, consultor, Cuiabá/MT
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