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Cuiabá MT, Quinta-feira, 18 de Junho de 2026

ARTIGO
Sábado, 14 de Março de 2009, 13h:46

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Tragédia completa 1 ano

"O dono da embarcação, Semi Mohamed Said, disse por telefone acreditar que não cometeu erros. ‘Fiz o que todo mundo faz na região. Falta orientação da Marinha aos proprietários de embarcações. Lá é comum pessoas sem habilitação, mas que tem muita experiência para conduzir os barcos, fazerem esse trabalho. Estou fazendo a minha parte para ajudar na retirada do barco, mas a corda sempre arrebenta do lado mais fraco’, reclama. ‘Me desculpe o proprietário, que nem conheço e não posso falar sobre seu caráter, mas você está equivocado no que diz. Você é, sim, o único responsável pela tragédia! Afinal quem o proprietário da embarcação que não tinha licença para o trabalho que realizava e era pilotada por pessoa não habilitada, era o senhor. Então pare de tentar explicar o que ocorre em toda a região e comece a agir como uma pessoa digna. Antes de mais nada, coloque-se no lugar dos que estavam na embarcação e depois pense no que está falando. Sabemos que o que aconteceu acabará em nada, como tudo neste país, mas isso não o exime da responsabilidade pelo acontecido e, assim, ficará marcado pelo resto da sua vida pela omissão ao acontecido, onde era sua e do Estado que não fiscaliza, a responsabilidade por indenizar as vítimas dessa tragédia.” CARLOS MAGNO, empresário, Cuiabá/MT *** “A ineficiência do Poder Público é de deixar qualquer um indignado! Será que é preciso acontecer uma nova tragédia para que alguma coisa seja feita?” RONAN JACKSON COSTA, advogado, Cuiabá/MT [email protected] *** “Gostaria de informar que a marinha designou uma empresa de fora de MT para realizar vistoria e auxiliar nas adequações nas embarcações de Porto Cercado, onde todas as lanchas foram obrigadas a se adequar a mais de 40 exigências, na parte física e de segurança; que todas foram cumpridas pela maioria das embarcações, e a marinha, através dessa empresa, fornecerá o laudo técnico de cada embarcação estando aptas a realizar viagens, portanto me coloco a disposição para encaminhar à redação do jornal, aos donos das embarcações e levar a público que foi feita sim a fiscalização e que estão aptos a viajarem sem nenhum perigo em nossos rios, a justiça tem que ser feita sem nenhuma dúvida, tanto para quem cometeu erros quanto para os que estão certos.” DAYVISON ARRUDA, arquiteto, Cuiabá/MT [email protected] Oposição se une contra hegemonia na OAB “Com a devida vênia, e respeito que o atual Presidente merece, seu discurso junto aos advogados e à sociedade está ultrapassado, tem sido conversa de oportunista, querendo aparecer e fazer média, principalmente com os jovens colegas, seus interesses políticos pessoais estiveram à frente dos interesses da categoria, como bem demonstrado pelo colega João Celestino. Seu grupo está comprometido politicamente até o pescoço, não tem mais independência político-partidária, o que é lamentável. As vaidades e as benesses para os compadres e comadres são é a regra, com direito a almoços, jantares, viagens para congresso, etc... A eleição se aproxima, temos realmente que repensar, discutir a função, o propósito da OAB/MT, que em minha opinião virou uma grande repartição pública. O momento é de reflexão, é preciso oxigenar a casa das liberdades democráticas, o grupo que está no comando tem que se mancar e permitir, oportunizar outros advogados a fazer parte da diretoria, dentre os atuais alguns já estão no poder há mais de 15 anos, parece que não querem largar o osso. Vamos trabalhar para uma nova proposta de gestão, mesclando experiência e sangue novo; já está passando da hora de fazer uma grande mudança na OAB-MT, temos que nos unir discutir as propostas e nomes para compor uma chapa para disputar a próxima eleição.” NAIME MÁRCIO MARTINS MORAES, advogado e professor, Cuiabá/MT [email protected] Minha cidade preferida “Gustavo Oliveira seu texto é um poema de amor à nossa Cuiabá! Eu não sou cuiabano, nasci em Diamantino, uma espécie de Cuiabá em miniatura, pelo falar, pelo calor (em todos os sentidos), pelas ladeiras e, especialmente, por ser a segunda cidade a ser fundada em Mato Grosso, lá pelos idos de 1728! Mas, há 26 anos moro em Cuiabá e cidade alguma me atrai, me seduz tanto quanto Cuiabá. Como você muito bem escreve, Gustavo: ela tem ruas esburacadas, é quente demais, não tem muitos parques, nem sua vida cultural é tamanha quanto nossos grandes centros. Mas, o que importa isso tudo? Esta é a cidade que nos acolhe, que nos faz feliz! Amo Cuiabá acima de tudo e nada me tira mais do sério do que ouvir alguém que aqui mora, que tira seu sustento desta terra, falar mal daqui! Sou casado com uma tres-lagoense (MS), que aos poucos está aprendendo a amar nossa cidade... é o encanto daqui! Parabéns, Gustavo: que aqueles que ousam falar mal daqui, leiam seu texto e aprendam que Cuiabá é, acima de tudo, nossa casa!” NATAL SANTANA, educador, Cuiabá/MT [email protected] *** “Cuiabá é um encanto só, sua gente é tão boa gente que aceita até pau-rodado no comando de sua prefeitura e até no Governo do Estado, só não entendo pessoas como a médica digoreste que, num disse que disse, tem vergonha de dizer que foi bem acolhida e que a cidade em que reside não é fria e insensível como a grande maçã do Sex And City.” FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “Cada um escolhe o que bem entende. Não conheço Nova York, mas deve ser bem melhor que Cuiabá. Não precisa ir muito longe para encontrar uma cidade melhor que Cuiabá. Não nasci aqui, mas, de fato, esta cidade tão quente sabe nos receber tão bem, que a gente acaba até gostando dela.” CARMEM LUCIA SANTOS, médica, Cuiabá/MT Ex-coordenador denuncia ao MPE ‘cabide de empregos’ “Parabéns Sr. Clayton Arantes pela denúncia. A corrupção e safadeza das prefeituras, Estado e União só ocorrem porque os funcionários desses órgãos acobertam. Portanto, se todos agissem como o senhor, denunciando esses políticos delinquentes, o serviço público seria melhor.” GILBERTO ROSETO, Comerciante, Lucas/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16964




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Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
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