Parabéns pela matéria! Já estava na hora de publicarem o abandono com o patrimônio histórico da Capital. Agora, quem poderá nos ajudar a preservá-lo? WILLIAN SANTANA, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] *** Felicito a direção do Diário de Cuiabá pela coragem de denunciar o descaso criminoso como é tratada a nossa cultura e tradição. A casa de Estevão e Rubens de Mendonça é a casa da história de Mato Grosso, pois nela foi estruturada toda obra histórica sobre nossa terra e nossa gente. Esta reportagem é um grito autentico e vibrante e autentico da cuiabania, quando o silencio suspeito das pseudos entidades culturais nos cobres a todos de imensa vergonha. BENEDITO GONÇALO FERREIRA, contador, Cuiabá/MT *** Parabenizo o Diário de Cuiabá pela excelente reportagem sobre a casa de Rubens de Mendonça e, em especial, ao jornalista Renê Dióz, que produziu um texto modelar, perfeito. É o Diário de Cuiabá o único jornal que valoriza e resgata a verdadeira tradição matogrossense. JOÃO SOARES NETO, agrônomo, Cuiabá/MT *** Lamentavelmente os nossos atuais governantes não se veem responsáveis pela perca do patrimônio histórico de Cuiabá. Em épocas de campanhas políticas, as promessas de restaurações do centro histórico, foi uma constante, se dizia que tudo ia ser transformado em um local gourmet como existe em várias outras capitais do Brasil e também em outros países. O que se vê atualmente é o total desleixo e abandono de antigos casarões coloniais em ruínas, servindo a prostituição ao tráfico e consumo de drogas. LUCELIO COSTA, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] *** Nós, os últimos familiares dos saudosos Estevão e Rubens de Mendonça, que ainda residimos em Cuiabá, lamentamos, profundamente, o estado em que se encontra o imóvel. Enquanto pude, e aguardava respostas dos demais herdeiros, mantive o imóvel durante uns 10 anos, as minhas custas. Depois não deu mais, coloquei as vigas que se encontram lá, inclusive sustentadas por cabos em troncos fincados na parte interna, para evitar desabamento da fachada. Entretanto, aguardo providências dos demais herdeiros. MIGUEL L. DE DEUS, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] Embargo ainda empaca As condicionantes para a liberação da licença ambiental devem ser cobrança de pedágio, estabelecimento de radares nos trechos com muito acidente, fiscalização volante com radares moveis pela Policia Militar Rodoviária Estadual e monitoramento e controle de bêbados com etilômetro. Só assim as famílias poderão transitar nesta estrada em paz e sossego. Muitas vidas poderão ser poupadas da insanidade, irresponsabilidade e negligência de motoristas sem controle. NELSON LATURNER, biólogo, Cuiabá/MT Abicalil não se mostra abalado Na minha opinião são duas grandes lideranças, o que devemos levar em consideração nesta candidatura é o apoio de outras siglas partidárias para que o PT Mantenha uma vaga no Senado, partindo deste ponto de vista, o que se deve levar em consideração é que a senadora Serys leva uma grande Vantagem por ter um trabalho consolidado junto a outros Partidos,tem que se pensar no coletivo e não individualmente. MÁRIO RULLI, corretor de imóveis, Alto Taquari/MT
[email protected] Universidades e a propaganda enganosa Antes viver problemas de expansão do que problemas de estagnação. O crescimento da demanda obriga a oferta de estrutura a se ajustar, um processo que depende não só do MEC, mas da capacidade dos gestores da universidade. Lembro-me da UFV, onde fiz meus estudos nos anos 90. Muitos se opunham a criação de novos cursos, como arquitetura, direito e outros, argumentando que a biblioteca não comportaria, que os departamentos seriam improvisados em certos locais, que o restaurante não comportaria, etc.; hoje são cursos de enorme sucesso. O Brasil viveu por tanto tempo com baixo crescimento que nossos gestores desaprenderam a arte de gerenciar e viabilizar aumentos de capacidade. Nos anos do governo FHC eu via reitores aprendendo a economizar papel higiênico nos banheiros de biblioteca ou a cortar itens do cardápio dos estudantes. O que eles mais aprenderam? Reprimir demandas. Estive na reitoria da UFRJ por essa época e vi um patrimônio em ruínas. Que mudança! Hoje eles lidam com problemas de canteiros de obras, como você disse. Gostaria de discordar em mais um ponto: como eu voto para presidente e não para reitor, defendo que o MEC seja mais ativo na definição dos rumos da universidade. EDMAR AUGUSTO VIEIRA, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] Serys fala sobre derrota para Abicalil Lamentável essa derrota, não que a Serys seja um modelo de política, mas reeleição é um direito de quem detem o mandato e uma previa só serve pra rachar o partido ainda mais. Como a vitória do Abicalil foi apertada o que ocorrerá é que o pessoal da Serys vai apoiar em massa a candidatura de Pedro Taques. HENRY FERREIRA, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] Concessão está ameaçada Esta ALL é uma empresa que não respeita nenhum termo de acordo é só olhar o que já foi feito no trecho de Alto Araguaia à Rondonópolis para ver que ela não vai cumprir o prazo estabelecido. Ela não respeita nem os motoristas que ficam amontoados no seu pátio para descarregar os produtos. Aqui em Alto Araguaia e em Alto Taquari nenhum comerciante vende á prazo para ela. Ela já teve que fazer termo de ajustamento de conduta com o MP, teve inclusive que doar componentes de informática e ar condicionado para a cadeia pública de Alto Araguaia. Vocês acham que ela vai concluir o trecho da ferrovia no prazo estabelecido? ABIGAILTON ROSA DE OLIVEIRA, comerciante, Alto Araguaia/MT
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