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Cuiabá MT, Quarta-feira, 24 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017, 19h:49

LEITOR

Retrocesso no ensino

Esse é o resultado de 13 anos de governo da esquerda. Teremos que reiniciar o processo de ensino levando a sério o que realmente interessa. A limpeza das escolas é fundamental para qualquer iniciativa. Proporcionar condições técnicas modernas para que os jovens realmente aprendam o que interessa a nossa economia, o resto é conversa para boi dormir. Esses jovens são peças fundamentais no mercado de trabalho. É lá que vão ter condições de elevar o nível da qualidade de vida e garantir a democracia do nosso país. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá-MT [email protected] Bagagem que pesa no bolso Há muitos anos que defendo as restrições dos serviços de bordo. Apenas a água deve ser de graça, mais nada. Quando faço opção pelo avião em uma viagem a trabalho é porque estou precisando ganhar tempo, não estou interessado em comer. Isso eu faço no restaurante, sem turbulência e com muito mais comodidade. Por isso eu concordo desde o primeiro momento com a cobrança de bagagens despachada nos aviões. Para quem viaja a serviço como a maioria chega ser desrespeitoso o sistema atual. Numa viagem para S. Paulo ou Rio de Janeiro para dois dias de trabalho levo apenas bagagem de mão e o sujeito que vai percorrer o mesmo trecho despacha 23 kg de bagagem e ainda leva a bordo mais 15 kg, porque a fiscalização é precária. E paga a mesma tarifa que eu. Se eu tenho direito de despachar 23 kg de bagagem e não preciso exercer esse direito, então a empresa deveria me reembolsar, porque ela pode vender esse espaço para cargas. Alguma coisa está errada. JOSÉ RIBEIRO DA SILVA, consultor e gestor de Treinamento, Cuiabá-MT [email protected] Nomeação de irmão de Wilson Santos causa protesto de alguns deputados A nomeação do Sr. Elias Santos é mais um tapa na cara não só da população, mas principalmente nas instituições do nosso falido Estado. Embora juridicamente não haja impedimento para sua admissão, tal fato se destaca pela ausência total de ética. Ha pouco tempo esse mesmo senhor foi sumariamente demitido – repito: demitido -, o que é bem diferente de exonerado, do Poder Executivo, por conduta não ética, portanto se o mesmo não tem por hábito respeitar seus comandados, mesmo sendo esses comprovadamente muito mais capacitados, visto que o seu currículo tem como qualificação principal o fato de ser "irmão do Galinho", o que convenhamos, não chega a ser adjetivo qualificativo. Então por quê? O mesmo deve servir ao Legislativo? Ora, simplesmente pelo fato de que a Assembleia Legislativa sempre serviu de cabide de emprego para parentes de deputados e embora o discurso hoje seja de transformação, as atitudes são idênticas às praticadas pela Velha República. Li alguns comentários em que eleitores revoltados prometem "o troco" nas próximas eleições. Seria ótimo se fosse possível, mas não é; todos sabemos que a maioria terá seus mandatos renovados, sim, isso mesmo, Botelho, Wilson Santos & companhia serão reeleitos e continuarão batendo na nossa cara. E o máximo que poderemos fazer é nos indignar. A legislação omissa aceita a compra de votos através desse tipo de nomeação, da contratação de "cabos eleitorais" etc. etc. etc. Em síntese, os culpados somos nós que vendemos o voto, que não temos consciência da sua importância, caso contrário velhacos como Botelho, Wilson e Elias e tantos outros estariam fora da folha de pagamento de qualquer repartição pública. Tomara que mais essa punhalada nos desperte e nos faça melhorar nas escolhas e não troquemos o nosso apoio por pequenos favores, pois, como diz o ditado popular, "aquele que se vende sempre recebe muito mais do que merece"... LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, marceneiro, Cuiabá-MT [email protected] Pantanal corre risco de perder título O Pantanal não quer saber de títulos, de homenagens e confetes. Quer proteção, preservação, recuperação, fiscalização e soluções rápidas para paralisar sua morte, que é lenta e constante. No dia a dia, podemos ver algumas das causas do seu fim que está bem próximo. Outro dia, tivemos inaugurações aqui em Cuiabá do Parque das Águas e da orla. Na orla, obra que ainda deve ser concluída, temos uma vista que é uma das causas da morte do Pantanal, centenas de metros cúbicos de esgoto sendo despejados no rio diariamente há décadas. No Parque Das Águas, visitantes denunciaram mau cheiro da água, com certeza de prédios das imediações, com grande possibilidade de ser da Assembleia Legislativa. A Sema, a prefeitura, o Ministério Público têm que verificar e se posicionar. Como podem querer cuidar do Pantanal se a menos de 500 metros não sentem o mau cheiro do esgoto in natura? MARIO MARCIO DA COSTA E SILVA, eng. civil, Cuiabá-MT [email protected] Uber será discutido na Câmara Louvável a ideia do vereador Paulo Araújo, não há como negar a eficiência desse aplicativo e consequente aceitação pelos usuários. O ideal seria se o Executivo municipal, em respeito ao consumidor, já o tivesse regulamentado, porém em detrimento do cidadão e em defesa do arcaico e decadente Sindicato dos Taxistas que insiste em tentar barrar, sem nenhum argumento, esse novo e eficaz método de transporte, não o fez. Ora, livre concorrência é isso, vence quem oferece melhor produto ou serviço e cobra menos por isso. Digo mais: quem reclama do Uber são os chamados "gatos", aqueles que são detentores do ponto, que é uma concessão, portanto nem deve ou deveria ser comercializada, essas pessoas, algumas com até dez – repito: dez - pontos exploram os peões, aqueles que realmente trabalham e pouco ou nada recebem, vivem escravizados, pagando em média R$.150,00 a diária do carro, mais um aluguel do ponto que nunca é menor que R$ 1.200,00 por mês. Assim sendo, seria oportuna, nobre vereador, que essa audiência pública tivesse maior abrangência e tocasse o dedo nessa ferida, pois existe uma organização poderosa que monopoliza o serviço de táxi em Cuiabá. Digo isso com conhecimento de causa, pois já trabalhei como taxista por algum tempo e tive de me submeter a esse cartel, conheço inclusive companheiros que trabalharam a vida toda para enriquecer membros dessa verdadeira máfia e, hoje, já idosos, não conseguem se aposentar, já que não são reconhecidos como funcionários, inclusive mesmo sendo os verdadeiros linhas de frente dessa categoria, não têm nem mesmo o direito ao voto nas eleições desse que se intitula "sindicato de classe". É por aí! LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, marceneiro, Cuiabá-MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16968




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