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Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

ARTIGO
Quinta-feira, 19 de Julho de 2012, 20h:49

LEITOR

Quinze ficam feridos em desocupação

“Fico imaginando alguém que fez Direito, passou no exame da OAB e continua a não saber nada sobre os princípios jurídicos e nem a respeitar a CF. É fácil ser bom advogado em defesa do direito achado na rua, difícil é ser competente defendendo o direito vigente na lei”. LUIS ANTUNES DE MAGALHÃES, professor, Cáceres MT [email protected] *** “A polícia foi truculenta ... Talvez, sim. Por que foi truculenta? Ninguém sai batendo por prazer, principalmente quando há o risco de perder o emprego e a farda. A polícia vai para cumprir um mandado e encontra a resistência, onde os invasores com toda ‘coragem’ colocam as mulheres e crianças na linha de frente, e aí a mídia televisiva pega uma imagem ‘pinçada’ no meio da ação e fica fazendo demagogia contra quem está cumprindo ordem ... Deveriam, sim, dar a Chico o que é de Chico ...Invasor de propriedade alheia é e deveria ser tratado apenas como ladrão e não como coitadinho...” LUIZ MARAN, representante comercial, Cuiabá/MT [email protected] Grandeza da nação não se mede pelo PIB, diz Dilma “Se PIB não mede desenvolvimento de um país, certamente o PT está estudando um novo índice, que talvez lance o QBM (Quantidade de Bolsa Miséria) distribuída no Brasil. Com que dinheiro essa ‘presidente’, pretende pagar as contas desses investimentos que ela disse? Não é com riquezas que se paga contas? Talvez para o PT, contas internas não se pagam, já que o PIB é riqueza interna, porque contas externas seo Lula que tanto combatia (FMI), pagou”. APOLINARIO G. USKNOV, comerciante, Primavera do Leste/MT [email protected] PGE tenta firmar acordo para reaver o “adiantamento” “A licitação pública é regida pela Lei 8666/93 que determina no seu Art. 26 as condições para dispensa de licitação por inexigibilidade que será admitida quando houver inviabilidade de competição, ainda assim subsidiada pela justificativa de emergência, razão da escolha do fornecedor ou executante e a justificativa do preço, com base num projeto básico e um termo de referência substanciado. Supondo que todas essas condições foram cumpridas, difícil é justificar a aquisição através de uma Secretaria nova que tem teoricamente como objeto gerir as condições e a execução de obras para a realização da Copa do Mundo de 2014 em Cuiabá, para a compra de dez Conjuntos Móveis Autônomos de Monitoramento (Comam), que incluía veículos Land Rovers blindados para vigilância da fronteira com a Bolívia. Será que os jogos serão realizados na fronteira Brasil-Bolívia? Como alguém atestou a disponibilidade orçamentária e financeira de R$ 2,1 milhões de reais numa secretaria recém-criada e que não tem nenhuma relação com o objeto adquirido? Realmente, ‘parece existir algo de muito podre no reino da Dinamarca’, como diria William Shakespeare em sua peça mais famosa: Hamlet”. MARCELO MATTOS, universitário, Cuiabá/MT [email protected] PT cria coordenação específica a movimento evangélico “Oportunismo sujo, mas explica muito bem a esquecida verba de R$ 139.000 que a Secretaria de Cultura passou para a Assembleia de Deus e outras empresas da fé e manipulação de massa!” PATRICK PAUST, Cuiabá/MT [email protected] Porto é o bairro mais violento em 2012 “Vivemos uma guerra civil??? Ontem, batíamos no peito e nos orgulhávamos do Brasil não viver em guerra. E hoje? Se somarmos todas as vítimas do terrorismo em Israel, Palestina, Egito, Arábia Saudita, Irã e Iraque não chegaremos sequer à metade do número de vítimas da violência criminosa em nosso país, toda ela causada, em última instância, pelo Estado Nacional Brasileiro e sua incompetência governativa. Assaltos, sequestros, assassinatos, guerras entre quadrilhas, morosidade e corrupção e crimes passionais e contra o patrimônio... Estas coisas, que outrora frequentavam as páginas policiais dos jornais, hoje estampam primeiras páginas de toda a imprensa brasileira. Durante a ditadura militar havia muitos casos de sequestros e ‘desaparecimentos’ de opositores, que eram tratados com requintes de crueldade. De vez em quando, um dos oprimidos (professores, profissionais liberais, médicos, padres, humanistas em geral) sobrevivia e escapava deixando-nos estarrecidos com relatos de uma violência inaudita, perpetrada por ‘capitães’, ‘cabos’ e ‘sargentos’, membros dos ‘esquadrões da morte’ que agiam com uma total complacência (ou deveria dizer ‘cumplicidade’?) do governo, pois eliminavam opositores. Será que este tipo de situação voltou? Infelizmente estamos caminhando a passos largos para a desordem civil. Lamentável... O país abriga vários setores de classes médias que se preocupam apenas com seus interesses pessoais e que não mais se alarmam com nada que aconteça. A pouca-vergonha vai dominando todas as faixas e se inserindo no dia-a-dia. Enquanto isso, os outros criminosos, nas faixas periféricas, vêm matando e se estabelecendo no vácuo de sociedade acanalhada e omissa. Será o início de guerra civil? O Estado brasileiro nasceu, destarte, em relação a uma parte da sua população, pré-iluminista, pré-moderno (e, em certo sentido, continua assim até hoje, frente aos discriminados). Seus cidadãos não são iguais. A sociedade é hierarquizada. Há superiores e inferiores sociais (ou estruturais). Igualdade política e social foi um sonho anulado ab ovo (desde o princípio). Optou-se (desde a origem) pelo obscurantismo étnico. Pelas trevas da desigualdade (presentes até hoje). Aos privilegiados, as benesses do Estado (a ‘mãe gentil’). Para conter os seres inferiorizados, decreta-se a guerra civil (contra eles). O ovo da serpente (violência congênita ao Estado) foi lançado. Após o nascimento do Estado (autoritário) brasileiro ainda estamos colhendo frutos dessa divisão étnica irracional. O Brasil é o sexto país do mundo em taxa de homicídios (cerca de 25 mortes para cada 100 mil habitantes) e um dos mais desiguais do planeta. Quem plantou discórdias, conflitos e guerra, paralelamente a alguns projetos modernizadores incontestáveis (não se pode negar o avanço do nosso país em muitos aspectos), só pode mesmo colher (na atualidade) muita violência (de todo tipo). Infelizmente, é o salve-se quem puder e em nenhum momento se vê políticos preocupados com tudo isso, porque quem esta morrendo geralmente são pobres e desprovidos de tudo... O triste não é simplesmente assistir e presenciar toda essa violência, o triste mesmo e ver tudo aumentando a cada dia que passa e não ver políticos com mentalidade de mudança. Lamentável”! LEO SANTOS, Cuiabá/MT [email protected] *** “É triste ver um bairro com um potencial histórico e cultural em completo estado de abandono. Seus moradores, a maioria pessoas de bem e trabalhador, não merece isso”. LUIS ANTUNES DE MAGALHÃES, funcionário público, Cáceres-MT luisantunesmagalhã[email protected]

Edição EDIÇÃO 16968




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