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ARTIGO
Quinta-feira, 03 de Setembro de 2009, 08h:22

LEITOR

População concorda com Operação Pacenas

“A Justiça está e Parabéns!!! E em caso de desvio de Dinheiro Público a Justiça deve posicionar-se na Defesa dos Direitos da sociedade. Cadeia neles!!!” FERNANDO CUIABANO, Cuiabá/MT [email protected] *** “No Mato Grosso, quando aparecem recursos de grandes volumes, dificilmente paira a respeitabilidade na aplicação. E o PAC é um exemplo crucial, desta desconfiança de nossa sociedade.” RODRIGUES DO PRADO, jornalista, Colíder/MT [email protected] *** “Imagine se o prefeito de Cuiabá fosse do PT, as obras seriam tocadas pelo dobro do preço e ninguém teria a coragem de questionar. Mas se é obra do PAC é obra do PT e toda investigação é pouca, até dinheiro na cueca pode ser possível nesses casos.” LUIS ANTUNES DE MAGALHAES, Professor, Cuiabá/MT [email protected] Jovem de 13 anos conta vida em prostíbulo “Mas será que o MPE fará algo, porque já fiz algumas denúncias e nada até o momento sobre um cabaré que uma tal Francisca e sua gangue mantêm em Poxoréu, aliciando menores de Cuiabá, onde as mesmas moram, dançam e fazem os programas no próprio estabelecimento, e o cabaré lá continua funcionando e sempre frequentado por pessoas tidas como de boa índole, os figurões da grana e da política... e até agora o MPE nem foi ao local!” CARLA TORRES, autônoma, Cuiabá/MT [email protected] PMs cobram quase R$ 1 milhão de Ralf Leite “Nada mais justo e adequado, do que se pleitear a indenização pelo dano moral, sofrido pelos servidores públicos. Estes estavam no estrito cumprimento do seu dever legal. No Brasil, o quantum devido em indenização, é um tema complexo e demasiadamente amplo, face a circunstâncias e hipóteses. Tomando por base decisões mais conservadoras, a moral, vale-se muito pouco. Se tal fato ocorresse no estado americano, certamente o montante pleiteado seria superior. Não obstante, ao fato em questão visualizamos a legislação brasileira. O que se busca como suposto direito, não é proibido e tão pouco criminoso, apenas envereda na margem do incomum. Mas nada impede que o que se pleiteia, seja reconhecido e aplicado. As decisões atuais permeiam por campos mais modernos, e os servidores públicos sofreram danos, passaram por processos administrativos e a sua honestidade profissional foi posta em dúvida, condição esta que manchou, inicialmente, até mesmo a imagem da corporação, houve em dado momento muita especulação que chegou a acreditar que os servidores seriam punidos por excesso e farsa. Quanto aos valores pleiteados, pode realmente recair em enriquecimento sem causa, mas na verdade penso que não, uma vez que o entendimento forense vem se renovando ao longo dos tempos, a exemplo temos o caso noticiado na mídia, da Gerente comercial, que após uma cirurgia estética, veio a óbito, de modo que o médico responsável foi processado e a indenização com valor expressivo, mas justa, pleiteada pelo Dr. Darius, foi acatada e agora segue em recurso. É muito importante que penalizações nesse sentido devam ser aplicadas, pois do contrário, o respeito entre pessoas, entre “seres humanos”, não mais se perpetuará. O caminho já nos dá conta de um futuro duvidoso, portanto é hora de começar a inibir do meio da sociedade honrada condutas de desrespeito. Todos devemos respeito uns aos outros.” PAULO CARDOSO, especialista em Direito Público, Cuiabá/MT [email protected] *** “Novamente o ex-vereador Ralf Leite está na raspa da mandioca. Prá mais ético, os policiais, poderiam dar uma parcela desta indenização para uma entidade filantrópica, longe dos Rosas, Avalones, Barros e Pires.” RODRIGUES DO PRADO, jornalista, Colíder/MT [email protected] *** “Na verdade o que os policiais estão pleiteando sob o opaco pretexto de dano moral é uma verdadeira aventura jurídica. Buscar uma indenização com esse valor estratosférico é almejar enriquecimento sem causa. Não vejo possibilidade de êxito nesta temerária aventura jurídica.” EDESIO DO CARMO ADORNO, advogado, Cuiabá/MT [email protected] *** “Tenha santa paciência, esses policiais já estão querendo ficar ricos ou famosos, qual é a deles, pois na realidade tem muitos que pedem sim dinheiro, agora esses dois soldados querem melhorar de vida. Paciência, corre atrás do governo para melhorar o salário de vocês e pagar os precatórios.” FLAVIA SOUZA, estudante, Cuiabá/MT Na Capital, 14 pedófilos em presídio “Essas pessoas devem ficar na cadeia, só que no meio dos presos, nada de cela separada.” VALMIR MOLINA, economista, Cuiabá/MT [email protected] *** “Realmente as pessoas que possuem distúrbios mentais necessitam de auxílio especializado. Mas não devemos deixar impunes aqueles que se beneficiam com as brechas da lei.” ROBSON CARVALHO, servidor público, Cuiabá/MT [email protected] Alcoolizados ‘elegem’ esquina como abrigo “Realmente é uma pena ver aquelas pessoas sentadas naquele local esperando a morte chegar, ou melhor, se matando, e vamos falar francamente, eles não poderiam escolher lugar melhor para isso, afinal é ao lado de uma tradicional funerária de Cuiabá. Cadê a ação social do poder público???” RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16956




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