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ARTIGO
Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012, 21h:14

LEITOR

Lúdio exige recontagem de votos

“Tenho dito e repetido sempre, ‘urna eletrônica é ferramenta de fraude’. Por que Europa, USA, Índia, Japão, não utilizam urna eletrônica? Por que não prosperou a urna que emitia comprovante do voto, aquele que ficava lacrado, para eventuais conferência? E o pior, quem tem acesso aos softwares dessas máquinas? Essa última a resposta é: O nosso poder Judiciário, que fala com além, que desvia dinheiro público para socorrer cooperativa de crédito, que compra corolas e deixa na garagem, que faz túnel privado, que pede auxilio alimentação, que acoita juiz que dá cheque sem fundos, que solta estuprador rico, que cria dispositivos retroativos de aumentos de seus próprios salários, que utiliza do nepotismo cruzado para empregar seus parentes, que passa seus descendentes nos próprios concursos, que tem auxílio biblioteca, que tem auxílio moradia, que tem até auxílio guarda roupa. Enfim, esse é o retrato desse nosso imenso e grandioso Estado.” APOLINARIO USKNOV, comerciante, Primavera do Leste/MT [email protected] *** “Se ficar provado que essa juíza agiu de má fé, que seja punida pelo CNJ.” CLOVIS HENRIQUE MENDES, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] TRE investiga falha na divulgação “‘...se o TSE recomendar a recontagem de votos!’... A Justiça deixa lacunas inexplicáveis na cabeça de qualquer eleitor, por mais simples que seja! Outro dia cassaram o mandato do vereador Ralf Leite e posteriormente, devolveram seus direitos de legislador. Outro dia cassaram o direito de um cidadão à candidatura à prefeitura de uma cidade do interior; um ano depois liberaram o mesmo senhor cassado a se candidatar a prefeito, mudando toda a regra do jogo político naquela cidade do interior. Um cidadão simples como eu fica a perquirir! Até quando Messalina? Até quando?” BENEDITO RUFINO DA SILVA, professor, Cuiabá/MT [email protected] Tumulto marca dia de pagamento em comitê “Cada vez mais as campanhas políticas são promovidas por cabos eleitorais pagos. Eu imagino que, que dos partidos que estão aí, somente sobrou mesmo o PT, que ainda consegue arregimentar cabos eleitorais voluntários para seus candidatos na reta final da campanha.” LUIZ EDUARDO ARRUDA, bancário, Cuiabá/MT [email protected] Escola tem chão batido e teto de palha “Difícil de acreditar!!! Em pleno século XXI, estamos a bordo desta vergonha. Tanto dinheiro sendo jogado no ralo via política, via obras da Copa 2014, é simplesmente desmoralizante!!! Cadê O tal Ministério Público??? Cadê o direito constitucional à educação infantil??? Será que estes infames não têm filhos??? Dá-me licença!” WALTER HIGINO RODRIGUES, contador, Cuiabá/MT [email protected] Escola tem chão batido e teto de palha “Pra que educar o povo? Se nossa exportação se baseia em commodities (matéria-prima bruta)... Infelizmente a política educacional praticada vem sendo usada como dispositivo de controle nacional, pois um povo consciente da sua cidadania não permitiria as continuas trocas de poder coronelistas. Educação de qualidade não interessa a nenhum dos herdeiros mandatários que se perpetuam no governo desde o tempo das caravelas, nem dos mais novos lobos vestidos em pele de cordeiro. Povo educado e instruído sabe se impor, não vende seu voto porque tem consciência do que é ser um cidadão responsável e coloca pra correr os corruptos. Procura avaliar bem os candidatos nos momentos eleitorais. Pós-eleição, sabe cobrar. Povo educado e instruído ensina para seus filhos boas maneiras, ética, cidadania e respeito aos diferentes dentro da própria casa, não fica esperando pelo professor. MAS o povo brasileiro reclama e continuará reclamando que falta educação, que falta segurança e que falta mais um monte de coisa. Entretanto, continuará votando em gente sem instrução, mas que de bobo não tem nada, que dá um chequinho aqui, faz um programinha social ali, bolsa alguma coisa prá ajudar o pobre, que adora ganhar nem que seja um dinheirinho qualquer de mãos cruzadas e por aí vai. Não generalizo a questão. Existem muitos políticos bons, inteligentes, que fazem bons projetos, sem pensar em matar a fome apenas por um dia, oferece formação, enfim, mas é um número muito pequeno em relação aos que não sabem nada e só se elegeram por serem conhecidos na cidade e fazerem uma campanha baseada naquela história de que ter um amigo no poder é sempre uma chance de se sair bem. E assim caminha o Brasil, como dizia Lulu Santos, com passos de formiga e sem vontade... Educar e instruir o povo é a única saída pra deixarmos de ser esse verdadeiro fazendão onde o fazendeiro rico é ilhado por uma multidão de pobres usados e escravizados... Quem sabe um dia nasça um salvador da pátria que pense um país como nação...” LEO SANTOS, Cuiabá/MT [email protected] Obras estão com 950 vagas abertas “Mão de obra até parece que a economia está crescendo a índices alarmantes. Não é verdade. Os fatos mostram que as empresas estão encerrando atividades por falta de mão de obra. Isso faz cair ainda mais o crescimento do PIB. Não é preciso ser especialista em recursos humanos para indicar as causas do fenômeno: primeiro, o tal salário desemprego, o trabalhador fica até seis meses recebendo sem trabalhar; segundo, os benefícios do programa de bolsas, quotas, que além do auxílio desemprego, garante ainda mais renda para ficar sem necessidade de trabalhar; outra razão forte são as eleições, as campanhas pagam valores bem maiores por diversos serviços que o mercado. Logo, observamos que é um problema de competência. Se não houver empresa por falta de mão de obra, o poder publico não terá como receber aqueles cinco salários anuais a título de tributação, logo terá também vida curta. Só o voto consciente pode consertar essa distorção grave.” ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16959




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Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
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