Não dá para acreditar que a cidade de São José do Rio Claro tenha apenas quatro policias militares para proteger 15 mil habitantes. E o senhor governador do Estado, Blairo Maggi, tenha 12 para protegê-lo em sua residência no bairro Goiabeiras e também escoltá-lo da residência ao Palácio Paiaguás. Recebe o título de o maior plantador de soja do mundo, porém como administrador de um Estado não consegue conter a onda de violência que vem assolando a população. Excelentíssimo senhor governador, Vossa Excelência terá que ter mais escrúpulos para saber administrar pessoas, gente, população, humanos... A cidade de Rio Claro precisa de reforços, pois não é primeira vez que sofre esse duro golpe. Espera Vossa Excelência que haja inúmeras vítimas para poder tomar providências? Que falta de cultura Vossa Excelência tem! IZAEL PERES DOS SANTOS, taxista, Cuiabá/MT
[email protected] TRF suspende imissão do Incra na posse Sou totalmente contra a desapropriação desta área de terra para fins de reforma agrária. Esse negócio de assentamento em Mato Grosso nunca funcionou. As pessoas pegam a terra e acabam vendendo por um preço dez vezes menor do que o pago pelo governo, sem contar que os que não vendem não conseguem produzir nem para o seu próprio sustento. HIRTO G. PEREIRA, técnico, Água Boa/MT
[email protected] Quem somos e o que queremos Bem sugestivo o título dessa matéria, vocês não sabem o que querem mesmo. Às vezes o PT, outras vezes PPS, como foi o lá em Rondonópolis com a professora Janete no encontro PPS do Roberto Freire. Até quando esse sonho do PCdoB vai permanecer? MARIA DA SILVA NOVAES, professora, Cuiabá/MT
[email protected] Litro do álcool próximo de R$ 1 Muito bom que os preços baixem. O estranho é todos baixarem ao mesmo tempo. Vamos ver se não vão repetir o espetáculo de livre concorrência que os donos de postos ofereceram no fim do mês passado com o preço da gasolina. De uma hora para outra, todos os postos baixaram seus preços da faixa de R$ 2,93/2,95 para R$ 2,80/2,79, o que foi uma ótima surpresa para o consumidor, que afinal esperava alguma redução de preço como resultado da queda vertiginosa do dólar (sempre usado como pretexto para subir os preços). Passados uns dois dias, na manhã do dia 31 de maio, num show de organização, todos os postos voltaram seus preços para o patamar anterior, elevando junto inclusive os preços de um posto que já vendia a R$ 2,80, sozinho, há mais de mês antes. Tudo sem nenhuma explicação de ninguém, nem da entidade representante dos postos e muito menos do órgão oficial controlador. Ainda resiste um vendendo a R$ 2,85 há quase um ano. Tomara que continue! JOSÉ ANTONIO LEMOS DOS SANTOS, professor, Cuiabá/MT
[email protected] Insegurança pode acabar com plantão central Eu não ia comentar nada, para não dizerem que estou metendo o bedelho onde eu não sou chamado. Mas infelizmente tenho a pergunta engasgada: o secretário manda ou não manda nos direcionamentos da Segurança Publica, pois se não for para o serviço de atendimento ao público funcionar 24 horas, deve-se combinar também com os bandidos um horário para crimes. Isso evitaria mais um transtorno para o cidadão, pois o serviço de atendimento policial é de categoria urgente e se não for prestado a contento eu acho melhor fechar mesmo. Ou então mudar o plantão lá pras bandas da Guia ou da serra de São Vicente, porque aí pode funcionar só uns 10 minutos por dia que ninguém vai notar, porque não vai ter público mesmo. Com isso acaba o problema para a polícia, e olha que com esse serviço que se está vendo por aí o povo é capaz de não notar a mudança. CARLOS ROBERTO DE AGUIAR, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] O episódio Pagot-DNIT Acho que o dr. Pagot pode dar uma nova dinâmica ao DNIT, pois segundo soube não é homem de aceitar cabrestos, e com isto já me afino, pois trabalho no DNER/DNIT há 31 anos... e precisamos de gente de ação para impulsionar este país no rumo do progresso. EDEMAR MARTINS, engenheiro, Florianópolis/SC
[email protected] República das algemas Meu prezado Paulo Zaviasky, quando escrevi um artigo neste Diário intitulado O governo cuiabano, muitos amigos me criticaram. Como você, desafio o cuiabano que passou pela primeira cadeira do Paiaguás (inclusive os falecidos) a provar que tem mais obras por Cuiabá que Blairo Maggi. Às vezes, a verdade dói! EDUARDO PÓVOAS, odontólogo, Cuiabá/MT
[email protected] Construtoras doaram R$ 1,2 mi a deputados As doações às campanhas políticas feitas pelas empreiteiras merecem ser investigadas pelo MP, uma vez que é sabido por todos que aqui residem que a péssima qualidade das obras é reflexo de uma política de faz-de-conta. O Brasil inteiro sabe que existe corrupção, ninguém pode negar que não existe. Entretanto, com os últimos acontecimentos, precisamos embalar nossos anseios e repudiar tal ação. Esperamos que assim o Brasil possa ser um lugar para nossos filhos crescerem em paz e com condições iguais de competitividade. FABIANO RABANEDA, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] Financiamento não barra problema O cientista político deve saber, mas não disse, que a proposta do financiamento público de campanha só pode ser considerada em conjunto com a lista pré-ordenada de candidatos. Desta forma é, sem dúvida para mim, simples cidadão, a melhor solução, utilizada em muitos países democraticamente mais evoluídos que o nosso. Pode não ser a ideal, que não existe, a não ser para tornar esta discussão interminável, deixando tudo do jeito que está. JOSÉ ANTONIO LEMOS DOS SANTOS, professor universitário, Cuiabá/MT
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