Primeiramente, o Sr. Pagot não tem moral para falar da nossa Várzea Grande, ele não conhece o nosso município, ele é mais um puxa saco do chefe. O nosso senador Jaime Campos fez muito mais por Várzea Grande e por Mato Grosso, enquanto que ele, Pagot, ninguém sabe de onde veio e para onde vai, portanto não merece a consideração da nossa gente. ALBERTO DE SOUZA MACHADO, funcionário público, Várzea Grande/MT *** Roupa suja se lava em casa. Depois das brigas, nada como bons tapinhas amigáveis nas costas e um chopinho bem gelado no Chopão. E está tudo resolvido. JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT *** Taí, quem mandou cutucar a onça com vara curta? Quem fala o que quer ouve o que não quer, ou ainda, quem fala demais dá bom dia a cavalo; é bom o Pagot pensar antes de falar, afinal foi Jayme quem o apadrinhou para ele estar onde está hoje... JOSÉ ALVES, consultor, Cuiabá/MT
[email protected] Rabello confia na justiça para permanecer no mandato Acredito que a supremacia da democracia deva prevalecer e, o mandato do deputado Walter Rabello restabelecido como medida de cristalina justiça, mesmo porque, ele simplesmente foi escolhido por mais de 70 mil eleitores e, não pode ser uma questão interpretativa rigorosa ao extremo que manchará o pleito eleitoral. Destarte, vejo como perseguição todo esse cenário envolvendo o apresentador e parlamentar. Enquanto a democracia tenta caminhar a passos largos o TRE de MT volta ao passado ditatorial e simplesmente homens que nunca tiveram contato com a população carente que não conhece a realidade de nossa cidade de forma arbitrária tiraram o mandato do deputado, mandato conferido pelo povo e que deve ser respeitado. VILMAR DO CARMO ADORNO, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] Os impostos e o princípio da solidariedade Linda abordagem. Só faltou dizer como alcançá-la, tecnicamente. Acabei de comentar a respeito: tributação sobre movimentações financeiras, a partir de um piso acima de, pelo menos, dez salários mínimos e com alíquota não menor que as da então CPMF, visto que pobre não tem movimentações financeiras e, mesmo absorvendo-a nos produtos e/ou serviços consumidos, será muito menor que vários dos impostos indiretos que, então, poderão ter suas alíquotas reduzidas, com a vantagem de que os valores arrecadados com as movimentações sujas, não terão como ser repassados, os quais, diga-se de passagem, serão bem significativos; reequilíbrio nas alíquotas do I.R.P.F., com a inserção de uma alíquota de, por exemplo, 20%, entre as atuais 15% e 27,5%. Porém, só iremos reduzir, mesmo, nossa carga tributária quando os gênios tributaristas do país, por acaso apadrinhados políticos, deixarem de trabalhar com dados estatísticos de base tributável, fornecidos por ficções fisco/contábeis criadas por nós (sic) contabilistas, assalariados sob a forma pegar ou largar, o que passa, na predominância, a ser caso de sobrevivência. Há que se criar - conheço todos - mecanismos que mostrem essa real Base Tributável, ou muito próximo dela. Fora disso, é balela. JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT
[email protected] Quatro dos crimes de morte foram latrocínios É lamentável que esse tipo de crime continue a ocorrer em nossa sociedade. Precisamos mobilizar a sociedade para que na próxima eleição para nossos representantes no congresso, possamos escolher parlamentares que realmente estejam compromissados com a segurança. Não podemos mais conviver com tamanha impunidade. Precisamos acabar com esse tal de regime aberto, semi-aberto, isso já virou utopia. A justiça não pode mais ficar refém de uma lei tão complacente como a nossa. Precisamos endurecer contra o crime. É preciso mudar nossa lei... ORLANDO LEITE CAVALCANTE, serventuário da justiça, Cuiabá/MT
[email protected] Mais um marido suspeito de matar esposa A impunidade é que eleva esses índices; tem que se criar lei que combata essa prática, que causa reflexos irreparáveis a sociedade.. Os filhos que ficam geralmente encaminham-se para coisas erradas ou têm seqüelas pelo resto da vida, por isso assassinos, nessas situações, têm que receber penas severas para pensarem muito antes de tomar essa iniciativa. GELTON OLIVEIRA, gerente, Cuiabá/MT
[email protected] Cai liminar de jogos Viva! Até que enfim o TJ pune o povão. Como também detesto pobre, nem deixo entrar em casa vizinhos mendigos para deliciar-me sozinho com minha TV por assinatura via satélite, como o fazem os que têm sucesso na vida. Parabéns a TVCA e ao TJ-MT por retirar o futebol dessa gentalha pobre e faminta. E ainda queriam futebol na TV aberta... Coisa de pobres. LEANDRO GOMES DA SILVEIRA, mecânico, Cuiabá/MT
[email protected] *** A Defensoria, em nome da sociedade mato-grossense, reivindicou o nosso patrimônio cultural, fez o certo e o melhor para a sociedade. Aí a decisão vai ao TJ e acontece um desrespeito tão grande à sociedade. É uma pouca vergonha deixar de passar o futebol (nossa cultura) para passar novela que vai ensinar apenas o que não queremos saber. Mas essa discriminação tem solução: trocar de canal, passar a boicotar a TVCA e se contentar a não assistir a Libertadores para assistir a Copa do Brasil. Eu só acho que devia de ter mais respeito com os mato-grossenses e cuiabanos. CESAR AUGUSTO, classificador de clipping, Cuiabá/MT
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