Alvíssaras! Que a Lei Estadual 9.519 se concretize e seja aplicada de fato e de direito! O consumidor sempre pagando caro pelos serviços e se submetendo a caprichos de quem deve prestar um serviço eficaz e rápido! Sinceramente, para se enfrentar/aguentar uma fila de espera nos cartórios é preciso ter paciência de Jó ou mesmo paciência de monge! É de morte! Chega a ser estressante a longa espera! Para enfrentar filas de bancos e casas lotéricas é necessária também esta mesmíssima paciência. JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Máfia das Funerárias Há muitos anos não havia reclamação de funerárias em Cuiabá e foi só chegar o ano político e ela aparece. Trabalho na área de saúde e não vejo irregularidade nenhuma no setor, e nunca ouvi reclamação de funerária. Então, por que esse escândalo todo? Hum! ano político, né? ÍTALO PRATES, Enfermeiro, Cuiabá/MT
[email protected] Prefeitura de Cuiabá lança Disque Silêncio O Disque Silêncio simplesmente não existe na capital Cuiabá, é apenas uma propaganda. Todas as vezes em que se precisa deste serviço não se obtém sucesso. O telefone fixo deveria funcionar 24 horas e não somente, no horário comercial. Hoje, dia 21 de março de 2012, já passava da meia- noite quando liguei para solicitar esse serviço e o número de celular que a polícia me informou simplesmente caía na caixa postal. E a polícia disse que esse não é um serviço da competência dela e sim do disque silêncio. Esse serviço deveria se chamar disque frustração, disque dor de cabeça ou qualquer coisa do gênero. Pra que colocar um número de celular se este não funciona? VILMA OTEZAYRÔ, auxiliar de escritório, Cuiabá/MT
[email protected] Senado aprova benefício integral Que boa notícia e justiça que os nobres senadores na aprovação da PEC 5/12 resgatam aos servidores públicos que se aposentam por invalidez, com o benefício equivalente ao salário integral. Pois, a bem da verdade, na situação vigente, os servidores públicos - após tantos anos de dedicação ao serviço público - se veem numa triste realidade quando acometidos por doenças que impossibilitam a sua continuidade no bem servir à coletividade, já que estes são levados forçosamente a vestir o pijama mais cedo, por intermédio do instituto da aposentadoria por invalidez. Porém, pobre daquele que por infelicidade teve o início da sua incapacidade posterior ao advento das mudanças trazidas pela EC nº 41/2003 - ao introduzir a média da vida laboral - e mais especificadamente à da Lei 10.887/2004, na medida em que a estes servidores será aplicado o cálculo pela média contributiva, o qual, por sua vez, necessita de espaços e mais espaços de explicações. Por mais que os sensíveis engravatados de gabinetes se esforcem com a matemática ou a forma atuarial na sua exatidão, socialmente o resultado nos leva a um problema muito mais sério do que se imagina. É difícil tentar entender tal forma de cálculo dos proventos, principalmente quando se leva em consideração a realidade destes servidores já castigados pela doença incapacitante e que cuja única certeza, desse momento em diante, é a de saber que a sua rotina será altamente onerada frente à necessidade de consumo de remédios e triste convivência com ambulatórios médicos e muitas das vezes residência fixa em nossos eficientes hospitais públicos, e isso quando conseguem! É mais difícil ainda tentar compreender como esse mesmo servidor marcado por martírios e cicatrizes sobreviverá com uma remuneração que, em alguns casos, chega a sofrer redução acima de trinta por cento. É difícil e cruel! MARIANO LEAL DE PAULA, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] Engenheiro responsável nega envolvimento em obra da Câmara Sei que o problema é municipal, mas a Policia Federal e o Ministério Público já deveriam estar atuando no caso. Agora ninguém fez ou sabe de nada, todos sumiram e o tutu já deve estar em algum paraíso fiscal. Uma grande vergonha que com certeza, e como de costume, vai acabar uma enorme pizza. Cadeia neles! MARCELO MATTOS, universitário, Cuiabá/MT
[email protected] Homem reage e fere dois assaltantes Que bonitinho: os meliantes são levados para o PS, atendidos como preferenciais, pois se trata de urgência... enquanto isso, a vítima tem sua arma apreendida e pode ser processada. E pensar que foi com essa arma que ele não teve o mesmo destino de tantos outros. Que leis são essas? NATAL SANTANA, Cuiabá/MT
[email protected] Chamem o MP! Parabéns ao jornalista pela lucidez do artigo e ao MP pela iniciativa de ser o único órgão público a se opor a esse absurdo. VAGNER COELHO, autônomo, Cuiabá/MT
[email protected] *** Como bem escreveu o repórter, ainda bem que há promotores com lucidez para defender os usuários do transporte que, como eu, sofrem com essa irresponsabilidade do poder público que concordou com a retirada dos cobradores. CARLOS VILHARGA, funcionário público, Cuiabá/MT
[email protected] O fim das escapadas A Lei, em tese, tem lá suas razões de ser, embora acabe por invadir a privacidade do cidadão e da cidadã. Se de fato a lei do deputado Walter Rabello for aprovada, ela também terá que se estender aos parlamentares. Estes não poderão usar a prerrogativa do famigerado foro privilegiado, imunidade parlamentar e outras benesses da lei que eles mesmos buscam, para se safar, se ver livres, caso frequentem motéis nas suas escapadinhas. Lei é Lei, até porque pau que bate em Chico também deve bater em Francisco! JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Movimento quer coligação com DEM Tem que conversar com as bases também, com os pré-candidatos do DEM que irão às ruas pedir voto. Como filiado ao Democratas, exijo respeito! Abaixo o caciquismo e as decisões de cúpula. Já conversei com alguns candidatos e se não houver respeito para conosco, faremos campanha contra! Levarão o partido, mas não os votos. JOSÉ MARCONDES 'MUVUCA', jornalista, Cuiabá/MT
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