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ARTIGO
Quinta-feira, 04 de Outubro de 2012, 21h:55

LEITOR

Brito perde mais de 2 min. por críticas a Lúdio

“É absurdo isso, o candidato não pode falar a verdade, é inadmissível isso. Ora, os meios de comunicações dão todo o espaço para o Éder de Moraes criticar, até mesmo caluniar as pessoas, ‘traficantes do medo’ isso pode? Usa do estilo do comitê da maldade e depois falam que são os adversários. Mas Deus existe e provará as estes judas quem fala a verdade! A máscara deste mocinho que se prega de bondoso vai cair, juntamente com o Silval, os precatórios, as Land Rovers e parte do setor da mídia que está alienada ao poder capitalista. Espero que publiquem meu comentário, porque ainda acredito neste veículo de comunicação!” FAGNER RAIONE, contabilista, Cuiabá/MT [email protected] *** “Não sei como alguém pode ser punido por falar a verdade em período eleitoral. O Partido dos Trabalhadores é a favor da liberação da maconha, da marcha das vadias e da liberação do aborto. Nada contra uma posição partidária, mas penalizar outro partido por debater esses temas na campanha é no mínimo patrulhamento ideológico e configura crime eleitoral, não importa qual instância tome tal decisão.” LUIS ANTUNES DE MAGALHÃES, professor, Cáceres/MT [email protected] Mauro eleva o tom sobre Silval “Se sou candidato, não vincularia minha candidatura a certos políticos, o povo é analfabeto político. Mas em Cuiabá pode vincular, que o povo lerdo. Só não pode chorar depois. Eu uso serviços públicos básicos, e como são ruins!” EDY MARCOS, Cuiabá/MT [email protected] *** “Uai, e o governador Silval não tem vice e não tem secretários que respondem na sua ausência? Ora, é natural que os políticos se dediquem às eleições nas últimas campanhas. O próprio senador Pedro Taques, por exemplo, há várias semanas fica mais em Cuiabá, fazendo campanha para Mauro Mendes, do que no Senado, onde deveria estar. Afinal, foi para isso que ele foi eleito. Se o Mauro Mendes acha errado político se dedicar a campanhas políticas (eu também acho), ele deveria propor para o senador Taques, amigo dele, que propusesse essa lei no Senado, para que a regra seja aplicada todos, aos aliados dos dois candidatos a prefeito de Cuiabá.” LUIZ EDUARDO ARRUDA, bancário, Cuiabá/MT [email protected] *** “Apoio, é incrível a quantidade de camaleões na nossa política. Tem gente que muda a cor partidária de acordo com suas conveniências. Se um candidato está na frente, eles se tornam fãs do mesmo desde criancinhas. Cuidado, Lúdio, porque irão te deixar para virar novamente a casaca tão logo surjam fatos novos. Sorte do Mauro Mendes porque, se ganhar, não terá que dar cargo a estes interesseiros que não têm o menor pudor de mudar ao sabor da onda das pesquisas. Pobre Lúdio se tiver que aturá-los depois da eventual vitória. Abra o olho, Lúdio, porque são todos traíras e, quando menos esperar, pode levar uma mordida daquelas! Bons tempos aqueles em que políticos tinham ideologia, compromisso e, principalmente, caráter.” ALCIR MARTINS ATAÍDES, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] Lideranças do PPS declaram apoio à candidatura de Lúdio “Quem são estas lideranças do PPS? Wagner Simplício, Ivan Evagelista? Fala sério, nem mandatos têm, muito menos votos. São tão ruins de serviço, que nem eleitos foram. Este Wagner Simplício é invasor de estabelecimento: eu presenciei este cidadão mandar invadir um terreno particular localizado próximo ao Centro de Eventos do Pantanal. Depois cheguei com a polícia e a prefeitura, você deve se lembrar disso, se quiser eu refresco sua mente, com o Boletim de Ocorrência que tenho até hoje.” FAGNER RAIONE, contabilista, Cuiabá/MT [email protected] Os senadores e o Leão “Lamentável, entretanto, se os pagamentos foram feitos sem a retenção do IRF, mas se, pelo menos constaram como tributáveis, na Declaração Anual de Ajuste, foi feito o ‘acerto’ e, neste caso, ‘só’ seriam lançadas multas pela não retenção.” MÁRCIO LOPES, Cuiabá/MT [email protected] *** “Vergonha!!! O presidente do Senado e o vice-presidente deveriam aprender com o Maior Líder de todos os tempos, quando um de seus discípulos (Pedro) interroga-o: É lícito pagar o tributo a César, ou não? Mateus 22:17. E Jesus, conhecendo a malícia, deles disse: Dai a Cásar o que é de César’. Que exemplo temos desses líderes que ocupam o Senado?” JOSUE PEREIRA, tributarista, São Paulo/SP [email protected] Vereadores multiplicam patrimônio “ETA...R$ 178 mil, ha, ha, ha... Os bens relacionados na reportagem, se forem novos, passam de 2 milhões; se forem usados em bom estado, valem uns 300 ou 500 mil ...Pergunta se ele vende pelos 178.000,00 e acho quem paga... Entre os bens que adquiriu no período estão um terreno no município de Livramento e outro em Várzea Grande, uma casa no bairro Jardim Maringá I, oito lotes de terrenos urbanos em um loteamento no mesmo bairro, um caminhão da marca Mercedes Benz, uma máquina motoniveladora, uma máquina pá-carregadeira e uma máquina retroescavadeira.” LUIZ MARAN, representante comercial, Cuiabá/MT [email protected] *** “Isso é uma vergonha! O pior é que o patrimônio desse vereador de Várzea Grande não é um caso isolado de estrondoso crescimento do patrimônio de políticos. Acabo de me lembrar de um caso muito pior de uma candidata, parente de um líder político de Mato Grosso, que tem inúmeros imóveis em Cuiabá e Várzea Grande. Todos igualmente subavaliados na relação de bens, entregue ao TRE. Eu acredito que não basta a Lei da Ficha Limpa. É preciso que seja exigido ainda de quem se dispõe a ser político que abra mão de seu sigilo fiscal e bancário, para que possa ser investigado. Pois, para cuidar da coisa pública, além de ser honesto, é preciso também que seja transparente e que sobre ele não paire nenhuma dúvida quanto à sua honestidade. Já vimos que, em função de envolver também filiados do PT com o tal Mensalão, o STF passou a ser duro com políticos corruptos. O problema é que o processo demora muito até chegar até lá. Temos o caso do Mensalao dos PSDB, que aconteceu em Minas Gerais, que é anterior ao Mensalão do PT e que até hoje não foi julgado pelo Supremo. Assim, é preciso também criar outros mecanismos, para que políticos sejam melhor fiscalizados.” LUIZ EDUARDO ARRUDA, bancário, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16959




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