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Cuiabá MT, Quinta-feira, 18 de Junho de 2026

ARTIGO
Terça-feira, 21 de Julho de 2015, 20h:10

LEITOR

Blairo defende flexibilização de horário de almoço

“Eis o motivo pelo qual a reforma política no Brasil é uma piada de mau gosto, levando em conta que o 'senatus' deveria ser uma casa com composição de senhores 'senis' e não desses pseudopolíticos. Satisfazer a plebe é uma das lições do Senado romano, que levou e legou a nós essas propostas de cunho populista, que a literatura mais ficcional, muitas vezes, não tem a menor chance de competir. À contramão das economias modernas, que sabem que a produção de riqueza não lhes cabe, mas sim a organização dos meios para permitir a produção de riqueza, tal lei não visa se ater às regras que regem nossas vidas sociais, preocupando-se com as idiossincrasias do indivíduo e não às vicissitudes da instituição ou empresa que o trabalhador está inserido. Tal lei nasce sem um espírito, a meu ver, cujas consequências irá permitir que os que vivem a satisfazer seus próprios desejos sintam-se muito pouco compromissados em ser partícipe da produção da riqueza do país. O horário de almoço teve sua fixação devido ao nosso passado escravista, retrógrado e sempre atrasado na busca por soluções que façam o trabalhador brasileiro ser mais competitivo. Seja o funcionário privado que sustenta o nababo da máquina pública, seja o funcionário público, que tem muitas regalias e privilégios em comparação aos que sustentam a máquina, todos não produzem metade que um trabalhador de economia contemporânea produz; mesmo nos países que não têm metade do PIB brasileiro, os trabalhadores buscam fazer que o país, seja no trabalho privado ou seja nos serviços públicos, tenha uma economia dinâmica, que corresponda ao equilíbrio da arrecadação de impostos de uma sociedade moderna com a devolução por intermédio dos serviços públicos. Tal proposta irá, antes de tudo, satisfazer o trabalhador público com suas idiossincrasias de não adequação às regras impostas ao seu similar, o trabalhador privado, deixando aquele livre para não ter o mínimo de resposta produtiva ao que lhe foi proposto pagar no dia do pagamento, por vender sua força de trabalho. Não fico estarrecido ao ver que, em plena crise produtiva dos setores produtivos do país, a proposta de lei, 'pueril', do senador caldo de galinha está condizente com o lamaçal que ele apoiou, desde a época do molusco, instalar-se no país e que permaneceu nas mãos da rainha da mandioca.” FLÁVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “Apoio esta proposta... sou funcionário público e aqui vários colegas reclamam de não poderem escolher seu horário. Eu mesmo faço uma hora de almoço... e é neste horário que estou escrevendo este comentário.” JULIO ARRAIS, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] Ensino medíocre “O que destruiu o sistema escolar foram ideias ‘revolucionárias e progressistas’ de educadores medíocres visando o bem-estar e a crítica, sem oferecer nada em troca. Como sempre, a educação está nas mãos de cruéis parasitas, a exemplo do que fizeram com a economia do país.” EDUARDO BARROS, engenheiro, Cuiabá/MT [email protected] Policial reformado é preso por roubo “O pior é saber que meu dinheiro está contribuindo para esse cidadão, o mesmo é reformado por loucura, no diário oficial do Estado consta o nome de uma pessoa que é sua curadora, o porquê a polícia não a prendeu. Antigamente os loucos faziam outras coisas, hoje com essa modernidade, alguns que dizem que são loucos roubam usam drogas e outras coisas. Louco sou eu que trabalho todos os dias para manter esses bando de marginais que alguns defensores acham que é correto, uns trabalhar para sustentar bandidos.” MARCELO NOVAES, Cuiabá/MT Gastando o que não tem “O artigo do Renato Paiva, nos faz lembrar do tempo que Alfredo Strossner era presidente do Paraguai e sempre que ameaçado de destituição do cargo ele propunha um plebiscito no mesmo molde dos gregos: Sim) Strossner fica NÃO) Strossner não sai. E na sequência nos lembra uma música do Silvio Brito, lá dos anos 70/80, BECOS DA VIDA: Mas veio o desemprego, e com o passar do tempo a coisa que era doce acabou-se e foi ficando séria...” JOSE RIBEIRO DA SILVA, consultor, Cuiabá/MT [email protected] PF desarticula quadrilha de traficantes “São 36 prisões, mais e aí, tem que mostrar a cara dos presos. Ou não pode mostrar porque são pessoas influentes em algum meio na sociedade. Pelo que eu saiba como cidadão brasileiro na Constituição todos nós somos iguais perante a lei. Precisa ser mostrado para a sociedade de Mato Grosso a foto da cara desses criminosos. Ou só pode ser mostrado quando vai preso a foto das pessoas que são pobre, preto e outros.” ROGER FARIA, estudante, Cuiabá/MT PEC 80 deve onerar Mato Grosso em R$ 61 mi/ano “Quem se der ao trabalho de ler a PEC 80/2015 vai perceber que ela não ‘garante a transposição de cargos’. Além disso, a matéria também demonstra que quem a escreveu não possui o mínimo de conhecimento jurídico, pois ao afirmar que a PEC 80/2015 abre brecha para que o tema seja questionado e o leite do judicialmente, ignora a existência de uma Súmula Vinculante de número 37 que afirma que ‘não cabe ao Poder Judiciário, que não tem função legislativa, aumentar vencimentos de servidores públicos sob o fundamento de isonomia’. A utilização de argumentação sem fundamento jurídico evidencia que o interesse corporativista para alguns está acima da verdade e da ciência do direito. Por fim, lembro que a repetição de uma inverdade não a transforma em verdade.” FABIO MOURA, advogado, Cuiabá/MT [email protected] *** “A dra. Gláucia está muito equivocada nessa análise. Vê-se que o único interesse é criar pânico na sociedade, utilizando argumentos inverídicas. A dra. Gláucia falta com a verdade em vários momentos: 1) Basta a simples leitura da PEC 80/2015 e se percebe que não há transposição de cargos e nem aumento de vantagens remuneratórias; 2) A dra. Gláucia diz que no Judiciário poderá ser pedida a vinculação aos salários da PGE, o que é impossível ante expressa vedação constitucional; 3) Também não é possível ao Judiciário a equiparação de remunerações de carreiras distintas. Das duas uma, ou a dra. Gláucia não possui o conhecimento jurídico necessário para o desempenho do cargo que ocupa, ou a dra. Gláucia está intencionalmente faltando com a verdade, o que não é razoável de alguém que ocupa o cargo de procurador do Estado.” DEIVISON PEREIRA, procurador autárquico, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16965




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