O vice-prefeito de Várzea Grande, Arilson Arruda (sem partido), apresentou nesta quarta-feira (01) defesa na Câmara Municipal na qual contesta denúncia pede a cassação de seu mandato pela suspeita de desincompatibilização da administração de empresas privadas em 7 de maio, uma das exigências da Lei Orgânica do município para assumir o cargo público. A defesa sustenta que houve perseguição política na denúncia. De todas as formas possíveis e imagináveis, como se verá, percebe-se que a denúncia não passa de mera perseguição política malfeita, e certamente será desmascarada, evidenciando-se a verdade dos fatos e a total legalidade da posse do denunciado como vice-prefeito que, conforme sua legítima e verdadeira declaração apresentada no ato da posse, desincompatibilizou-se de toda e qualquer função de administração das empresas das quais é sócio antes da posse diz um dos trechos. A defesa reivindica a nulidade e arquivamento das investigações. Certo da total legalidade de seu mandato, o que será fartamente demonstrado no mérito da presente defesa, tem-se que a presente denúncia é natimorta, sendo inúmeras as nulidades verificadas, as quais são insanáveis e devem acarretar o arquivamento da denúncia, conforme a seguir delineado trecho extraído da defesa de Arilson apresentada na Câmara Municipal. O vice-prefeito ainda questiona o quórum legal, o voto recebido do presidente da Câmara Municipal, Jânio Calistro (PMDB) e impedimento do vereador Waldir Bento (PDMB) em participar da Comissão Processante. Dessa forma, tem-se que o afastamento das funções de administração das empresas em que o denunciado é sócio, somente poderia se dar, como de fato se deu no mundo real, quando o mesmo tomou conhecimento da decisão judicial, momento em que firmou declaração pública de que não mais exerceria qualquer função de administração na iniciativa privada cita. (R.C)