A empresa Engeglobal Engenharia não entregou todos os documentos necessários para ser dada a ordem de serviço para o início das obras de instalação do Módulo Operacional no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande. O secretário-extraordinário de Acompanhamento e Logística de Transportes, vereador licenciado Francisco Vuolo, levantou a hipótese de a empresa vencedora ser retirada do processo, e a 2ª colocada ser convocada. Caso isso aconteça, haveria aumento dos gastos. O diretor de Engenharia da Infraero me ligou para me informar que está faltando a documentação referente ao seguro da obra. Com isso há, sim, a possibilidade de haver alteração da empresa que venceu o certame de licitação, disse ele. Depois de entregue a documentação necessária, Vuolo espera conceder a ordem de serviço em uma semana, e após isso as obras serem finalizadas no prazo de 150 dias, até dezembro deste ano. A melhoria da estrutura dos aeroportos das doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 é uma das exigências da Fifa para a realização do torneio. O módulo terá área de 675 metros quadrados e será instalado na área de desembarque para atender à demanda do aeroporto. A previsão é de que a capacidade do Marechal Rondon seja ampliada em 700 mil passageiros ao ano, ou seja, saltaria dos atuais 1,6 milhão para 2,3 milhões. Os módulos operacionais são estruturas modulares pré-fabricadas que podem servir como terminal de passageiros, oferecendo a mesma infraestrutura, como isolamento termoacústico, climatização e sistemas de som e informativo de voo. O módulo é criticado por especialistas em turismo, que o batizaram de puxadinho. O aeroporto de Várzea Grande é considerado um dos mais precários entre as cidades-sedes.