NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

Primeira Página
Quarta-feira, 09 de Julho de 2008, 21h:28

PROPORCIONAIS

Valores distintos às coligações

ALEX FAMA
Da Reportagem/Sinop
Assim como os dois candidatos à majoritária, os 114 candidatos à Câmara de Sinop estão divididos por duas previsões distintas de gastos. Os candidatos a vereador pela coligação que apóia o deputado estadual Juarez Costa (PMDB) prevêem gastos individuais de até R$ 200 mil durante a campanha. Já os postulantes à Câmara da coligação do empresário Paulo Fiúza (PV) pretendem fazer campanha tendo o valor de R$ 50 mil como teto máximo. De acordo com informações dos comitês de campanhas das duas coligações, os dois valores foram estipulados para todos os vereadores das coligações sem exceção e independentemente da condição financeira de cada postulante. Todavia, muitos deles não devem gastar todo esse valor devido às possíveis dificuldades financeiras de arrecadação de recursos e devem valorizar mais o trabalho de corpo-a-corpo. PROPORCIONAL - A eleição deste ano terá um número recorde de concorrentes à Câmara de Sinop. Ao todo são 114 candidatos a vereador em busca das onze cadeiras do Legislativo sinopense. Na eleição passada, em 2004, foram 82 postulantes que pleitearam as atuais dez vagas no parlamento municipal. Os principais partidos têm algumas apostas de candidatos que podem ser os mais votados deste ano. A eleição na majoritária pode estar polarizada apenas entre dois candidatos, o deputado estadual Juarez Costa (PMDB) e o empresário Paulo Fiúza (PV), mas na proporcional é grande a diferença no número de candidatos entre as coligações. A “Todos por Sinop”, que apóia Juarez, tem 74 candidatos a vereador. Enquanto que a coligação “Ação e Desenvolvimento”, de Fiúza, lançará 40 concorrentes à Câmara.

Edição EDIÇÃO 16963




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL