O segundo turno das eleições gerais contará com atuação direta de mais de 40 mil servidores e convocados da Justiça Eleitoral em Mato Grosso. O número chega a 45.142 se somado o aparato destinado à segurança pública, que totaliza 4.997 policiais da Polícia Federal, Militar e Civil. Presidente da Corte Eleitoral, o desembargador Rui Ramos decidiu reeditar no dia 31 deste mês, a forma-tarefa empregada no primeiro turno. O objetivo é minar as possibilidades de ocorrências de irregularidades e de crimes eleitorais. No Tribunal, a ordem é para que todos os envolvidos no pleito mantenham posição de enfrentamento contra mecanismos utilizados de forma ilícita para burlar a legislação eleitoral. No TRE o comitê de gerenciamento das eleições seguirá na íntegra a estratégia usada no dia 3 de outubro para garantir a lisura e transparência dos trabalhos. Na data das eleições, no segundo turno, estarão a postos 6.436 mesários que atuarão nas 7.059 seções eleitorais. O quadro de colaboradores da Justiça Eleitoral conta com envolvimento de 1.559 secretários de prédio, 1.564 coordenadores de locais de votação e 7.585 auxiliares de locais de votação. O organograma conta ainda com total de 93 representantes dos juízes eleitorais além de 244 técnicos de urna e 84 técnicos responsáveis pela transmissão via satélite. Conforme a disposição do primeiro turno, o Tribunal contará com a área da segurança pública garantida com participação direta de 161 policiais federais, 4.131 policiais militares, 40 bombeiros militar e 665 policiais civis. Durante o primeiro turno, o desembargador Rui Ramos chegou a analisar a possibilidade de solicitar apoio do exército. A Justiça Eleitoral também acompanha o andamento das ações de investigação sobre as ameaças feitas a juízes eleitorais do interior, durante a campanha eleitoral realizada neste ano em mato Grosso. Durante reunião realizada na Corte Eleitoral, nesta semana, o presidente do TRE determinou que se mantenha, no segundo turno, a mesma atenção dispensada ao primeiro. Ele pediu empenho da equipe da Justiça Eleitoral do Estado para garantir a tranquilidade dos eleitores. A tática de combate aos crimes eleitorais contará ainda com plena participação da equipe responsável pelo serviço de disque-denúncia do órgão, sob o comando da Ouvidoria. Através de sistema interligado com o Ministério Público e a Polícia Federal, o Tribunal manterá ação macro que visa coibir abusos e se necessário, aplicar as sanções previstas pela Justiça Eleitoral para os que insistem em burlar a legislação.