O suplente de deputado, Alexandre Cesar, encara a queda-de-braço travada entre Executivo e Legislativo como normal e não expõe receio em ingressar na Assembléia justamente numa fase de turbilhão nas relações da Casa. Não tenho nenhum receio, até porque a alternância de posições de acordo com interesses pontuais é natural. Isso é normal no Legislativo, justifica. O ingresso do primeiro suplente na Assembléia Legislativa foi sacramentado pelo Partido dos Trabalhadores com a automática chancela de Ságuas na Seduc na sexta-feira passada (27), em reunião do diretório regional da legenda. Durante cerca de três horas, o cerne das discussões foi aceitar ou não a entrada do PT no staff estadual, numa votação final que não surpreendeu nem mesmo as lideranças contrárias à aproximação com o governo Blairo Maggi. Ao defender a tese de que sua posse é uma continuidade aos trabalhos do PT na Assembléia, o novo deputado afirma que manterá o foco de atuação em projetos e políticas públicas voltadas à Educação. Esse é um mandato em substituição e obviamente manteremos o compromisso da militância do PT. Também sou educador e repercutirei as ações de Ságuas na Seduc, assim como usarei da tribuna da Assembléia para a melhoria da educação no Estado. (JS)