NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

Primeira Página
Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009, 21h:32

Siglas se unem em bloco para se fortalecer

Os partidos que se intitulam independentes na gestão do governador Blairo Maggi (PR) estão se unindo em bloco na tentativa de conseguir maior representatividade nas Comissões Permanentes da Assembleia. São os casos de PPS, PDT, PSDB que, juntos, somam quatro deputados e unidos poderão ter mais acessos às comissões. Segundo informações levantadas, a deputada Vilma Moreira (PSB),, que assumiu a vaga deixada por Chico Galindo (PTB) poderá compor o bloco independente. Vilma já foi sondada pelo PMDB e PSDB, mas até o momento preferiu não aderir a nenhum grupo. O bloco do PR ofereceu participação na Comissão de Indústria, Comércio e Turismo, o que foi rechaçado pela parlamentar alegando que não havia afinidade com o assunto. Embora não tenha feito exigências aos partidos, a socialista Vilma Moreira deverá reivindicar na terça-feira participação na Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, já que seu histórico profissional está ligado à área educacional. O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) deverá se manter nas mesmas comissões que ocupou na legislatura anterior. A tendência é continuar na presidência da Comissão de Saúde e membro-titular em Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais. Lideranças – A deputada estadual Chica Nunes assumirá a liderança do PSDB. Na sessão ordinária de ontem, o deputado estadual Adalto de Freitas, o Daltinho, foi reconduzido à liderança do PMDB. A confirmação partiu do deputado estadual Antônio Britto. No PP, a tendência é que o deputado Airton Português deve assumir a liderança do partido. O líder do governo Mauro Savi (PR), que pediu afastamento de 121 dias para tratar de assuntos particulares, será substituído neste período pelo vice-líder o petista Ademir Brunetto. (RC)

Edição EDIÇÃO 16968




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL