Para a presidente do PT de Mato Grosso, senadora Serys Slhessarenko, não existe pleitos pessoais. Conforme a congressista, o acordo feito diante do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi para que as indicações sejam consensuais. Para a senadora, reivindicações pessoais não cabem nesse momento, já que, para ela, da mesma forma que o governador tem força nas suas indicações, o Senado também tem. Não adianta um ficar puxando para um lado e outro para o outro lado. O combinado na frente do presidente Lula, e na frente do governador, foi que a gente iria discutir os cargos com várias lideranças buscando sempre o consenso, ressaltou. Conforme a senadora, Maggi teria sugerido alguns cargos que a bancada, juntamente com ele deveria buscar. Ele (Blairo Maggi) tem todo o direito para indicar, mas desde que não seja para todos os cargos, ponderou. A senadora defendeu ainda que a divisão seja feita de forma igualitária entre todos os partidos que compõem a base governista e de forma consensual. Para o DNIT, por exemplo, enquanto o governador Blairo Maggi defende o nome de Luiz Antônio Pagot, Serys indicou o seu assessor parlamentar Odinarte Borges. Porém, a indicação de Pagot já é quase unanimidade entre os membros da bancada federal. (MR)