NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Sexta-feira, 12 de Junho de 2026

Primeira Página
Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010, 20h:23

Senador Jayme garante não ter decisão sobre 2º turno

O senador Jayme Campos (DEM) defendeu ontem uma ampla discussão entre os membros da coligação “Senador Jonas Pinheiro” sobre a posição dos partidos num eventual segundo turno na eleição para o governo. O cacique democrata negou que esteja se articulando para apoiar o candidato Silval Barbosa (PMDB) ou Mauro Mendes (PSB) na hipótese de dois turnos no pleito eleitoral. “Não abro mão da minha convicção. Wilson Santos renunciou ao mandato na prefeitura para disputar a eleição para governador. Estou firme com o professor Wilson. O que definirá o segundo turno será uma ampla discussão”, disse Jayme. Ele admitiu que tem aparecido pouco na campanha do candidato a governador. Entretanto, avaliou que só poderia aumentar a atuação caso estivesse inserido na disputa. “Eu não sou o candidato. Minha atuação na campanha é restrita, dou apenas palpites, porque quem manda é a equipe de marketing”, explicou o senador. Jayme justificou ainda que participou de ações beneficiando o candidato majoritário da chapa todas as vezes em que foi chamado. Ao avaliar a campanha do tucano, Jayme diz que faria de outra forma. “Comigo, seria totalmente diferente. Mas essa é uma questão de estilo”, avaliou. Para ilustrar sua lealdade, o democrata afirmou que na véspera das convenções estaduais membros dos partidos aliados de Wilson Santos e Mauro Mendes chegaram a oferecer a suspensão da candidatura de ambos para que ele fosse o adversário de Silval Barbosa. “Tenho hoje 63% dos votos em Mato Grosso. Mas minha coligação tem outro candidato”, analisou Jayme Campos. Ele pontua ainda que, caso fosse o candidato da chapa, o PP e o PPS estariam inseridos na sua coligação, aumentando as chances de “vitória no primeiro turno”. (JC)

Edição EDIÇÃO 16961




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL