Presidente estadual do PR, Moisés Sachetti, disse ontem que nem mesmo um eventual movimento interno na sigla o fará mudar sua decisão de deixar o comando da legenda em Mato Grosso. Essa decisão está tomada há meses e não existe possibilidade de eu voltar atrás. É uma questão de necessidade de renovação na direção do partido, frisou. Membros sigla no interior discutem mecanismo para tentar convencer Sachetti a permanecer à frente do partido. No entanto, o dirigente partidário disse que o PR deve ampliar os trabalhos com um novo presidente. Acho que a renovação da direção acrescenta ao partido. Acredito que o próximo líder do PR em Mato Grosso vai melhorar ainda mais a legenda, que assegurou bons resultados nas eleições municipais, analisou. De acordo com ele, até a tarde de ontem o governador Blairo Maggi (PR) não havia se posicionado oficialmente sobre o pedido para que retorne ao comando do partido. Um dos defensores da volta do governador à liderança da sigla é o candidato republicano ao Senado, Wellington Fagundes. Blairo, por sua vez, antecipou discurso na segunda-feira de que não deve aceitar a solicitação por conta dos compromissos pertinentes a administração do Estado. Os nomes de Wellington e ainda do empresário Mauro Mendes surgem como vias alternativas para o comando do PR. Paralelamente a essa discussão, o Partido da República também inicia os debates sobre os nomes que irão compor chapas proporcionais. O nome de Moisés Sachetti é posto para pleitear vaga à Assembleia Legislativa ou ainda à Câmara Federal. No entanto, o dirigente partidário destaca que ainda não definiu seu projeto referente ao pleito de 2010. Estou à disposição do partido, tanto para continuar ajudando nas ações partidárias como também para outros projetos. Se for da vontade de partido que eu participe da disputa, vamos analisar, ponderou.