A contribuição financeira do governo federal foi citada em vários aspectos pelos governadores da região Amazônia. Eduardo Braga (AM) disse que a questão fundiária, que reflete numa série de outros problemas, tem passar por uma política pública para assegurar o desenvolvimento sustentação. Creio que este segundo encontro do Fórum possa efetivamente unir mais a Amazônia em pontos convergentes. Há um vazio enorme nas terras públicas e acaba proporcionado o latifúndio, o usucapião e a grilagem que faz com que haja conflitos de terras, principalmente, em estados com áreas devolutas como o Amazonas. O fato de não ter uma política fundiária, sistema nem sempre confiável, acaba em distorções graves A política fundiária é o marco inicial de uma política para a Amazônia, defendeu Braga. Para isso, ele sugere o fortalecimento institucional e recursos à região. Por outro lado, não acho justo que isso signifique endividamento aos entes federativos, acho que é dever da união proporcionar os meios e os mecanismos para que os institutos se fortaleçam e possa proporcionar uma política fundiária justa aquele que é o maior patrimônio do povo brasileiro.