A força do partido em determinadas regiões do país depende das circunstâncias. Declarou Rui Falcão para explicar ainda a ausência de um prefeito de Cuiabá ou governador de Mato Grosso que seja filiado ao partido. Falcão apresentou como exemplos Estados como Acre e São Paulo para reforçar a sua ideia. No Acre, fomos governo por quatro vezes e assumimos a prefeitura de Rio Branco, mas a presidente Dilma não venceu lá. O mesmo aconteceu com São Paulo, onde elegemos um negro, Celso Pitta, elegemos a Marta, que era definida apenas como uma sexóloga, e perdermos a prefeitura. Mato Grosso do Sul, estado mais novo que Mato Grosso, já teve um governador (Zeca do PT) pelo partido, que, inclusive, foi reeleito. Atualmente, o estado está sendo governado pelo PMDB. Ságuas Moraes disse ainda que a intenção é fazer mais reuniões nos municípios, além de atrair mais filiados à legenda. Alguns que, principalmente nas eleições, defendem e trabalham pelo PT, destaca ele, não são filiados, pelo menos, oficialmente ao Partido dos Trabalhadores. O candidato derrotado ao Senado, Carlos Abicalil, e a ex-senadora Serys Slhessarenko não estavam presentes na coletiva de imprensa. (FD)