Apesar da recomendação médica para cuidar melhor da saúde, o prefeito de Sinop, Nilson Leitão (PSDB), afirma que não vai ficar de fora da campanha eleitoral. Ele declara que é político e partidário e não deixará de pedir votos para os candidatos aliados que disputam a eleição deste ano. Não estarei de fora da campanha política. Sou político e partidário. Vou participar ativamente com a mesma cara e o mesmo lado político que é o PSDB. A declaração feita durante a solenidade de transmissão de cargo do prefeito em exercício Aparecido Granja (DEM) para Leitão marcar a sua volta ao posto. Ele retorna ao cargo depois de um mês afastado para tratamento de saúde. Durante a solenidade, Granja disse que deixa o caixa da Prefeitura até melhor do que quando assumiu há um mês. Deixo até melhor, porque não abrimos o cofre nesse período, brincou. Leitão voltou a reafirmar que assim que a Justiça Eleitoral homologar o nome do futuro prefeito, seja ele qual for, vai disponibilizar uma equipe para realizar a transição do atual governo para o futuro. Ele disse que deixa cerca de R$ 100 milhões em contratos para que o próximo gestor as execute. Já pensando em sua administração, Leitão afirma que a meta é chegar ao dia 31 de dezembro deste ano sem dívida e com dinheiro em caixa. Em relação a sua saúde, o prefeito disse que a recomendação medica prescrita é a prevenção. Ele declara que sempre levou uma vida política muito intensa e sem muitos horários certos. Sempre comi mal, errado. Trabalhei demais e isso prejudicou a minha saúde. Agora a ordem é prevenção. O prefeito entregou oficialmente o cargo ao vice-prefeito Aparecido Granja (DEM) no dia 11 de julho. Foi a primeira vez nesse ano que Leitão passou a responsabilidade para Granja comandar o município. Porém, não é a primeira vez que o vice assumiu a prefeitura. O empresário teve outras oportunidades de gerir a cidade enquanto Leitão ficou afastado. Durante o tempo que ficou afastado, Leitão teve um infarto enquanto estava em sua residência. Ele foi levado ao hospital no município e depois encaminhado para um hospital na Capital, no qual passou por alguns exames para saber a real condição do problema. Alguns dias depois, o prefeito voltou a passar mal. Mas, de acordo com o médico que o acompanhou na Capital, Carlos Carretoni, tudo não passou de um susto. Leitão teve apenas um desconforto e foi levado ao hospital.