NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

Primeira Página
Terça-feira, 30 de Novembro de 2010, 21h:46

Governador que reforçar o caixa com recurso federal

O governador Silval Barbosa (PMDB) cumpre hoje uma extensa agenda em Brasília, onde tenta captar recursos para o Estado e fortalecer a necessidade de emendas ao orçamento junto ao Congresso Nacional. Um dos primeiros encontros do governador deve acontecer pela manhã, com o relator da proposta de orçamento da União para 2011, senador Gim Argello (PTB-DF). “Vamos reforçar que somos uma das cidades que sediarão a Copa de 2014 e que precisamos de maior volume de recursos para continuar com as obras de infraestrutura”, disse Silval, que deve ser acompanhado de deputados federais do Estado. A bancada estima que o aporte total em emendas chegue a R$ 600 milhões, mas a aprovação do valor geral só ocorrerá na votação da peça orçamentária, em dezembro. A intenção é aumentar o volume de emendas liberadas, já que Mato Grosso é um dos estados que menos conseguem viabilizar os recursos. Outro encontro deve reunir Silval Barbosa e representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário. O peemedebista tentará solução para a disputa judicial entre Estado e União pelo domínio territorial da Gleba Maiká, em Marcelândia (710km ao norte de Cuiabá). Também devem participar do encontro representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Ibama e Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). O governo tenta chegar a um entendimento acerca do problema de regularização fundiária que afeta pelo menos 30 mil pessoas. Por fim, Silval participará de encontro no Ministério da Justiça, de onde buscará viabilizar quatro novos Centros de Detenção Provisória (CDP) e um presídio federal. (JC)

Edição EDIÇÃO 16968




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL