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Cuiabá MT, Terça-feira, 23 de Junho de 2026

Primeira Página
Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2011, 21h:09

POEIRA ZERO

Galindo propõe parcelar em 30 vezes pagamento à Delta

FERNANDO DUARTE
Da Reportagem
A prefeitura de Cuiabá pretende parcelar o pagamento da primeira etapa do programa ‘Poeira Zero’ em 30 meses. O Poder Executivo defende junto a Delta Construções S.A., vencedora da licitação, que o trabalho seja concluído em, no máximo, oito meses. “Se a empresa aceitar a proposta que eu for fazer, sem dúvida alguma, nós iniciamos ainda este ano o Poeira Zero”, disse o prefeito Chico Galindo (PTB) antes de se reunir com integrantes da empresa. A Delta Construções já administra o serviço de coleta de lixo do município de Cuiabá e venceu o atual certame com uma proposta de R$ 60 milhões. Eram oito empresas interessadas no programa e a abertura dos envelopes aconteceu na última quinta-feira (1º), no Palácio Alencastro. As oito empresas que concorreram foram: Delta Construções S.A.; Cavalca Construções e Mineração Ltda.; JM Terraplanagem e Construção Ltda.; GAE Construções e Comércio Ltda.; Três Irmãos Engenharia Ltda.; Petrobrás Distribuidora S.A.; Base Dupla Serviços e Construção Civil; e Constral Construções Ltda. A Delta Construções, inclusive, é a responsável também por fornecer os veículos para a Polícia Militar de Mato Grosso. O Poeira Zero é o principal projeto político do prefeito Chico Galindo (PTB). A intenção dele é, com recursos próprios, pavimentar e promover drenagem de águas pluviais de 52 bairros da capital, em duas etapas. A previsão inicial é de que as obras comecem em janeiro de 2012, mas o prefeito destacou que pretende que elas ocorrem ainda este ano. Os recursos são do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e a primeira etapa incluirá 26 bairros, para o prazo total de atuação de dois anos. Aterro – O prefeito Chico Galindo também afirmou que, em janeiro de 2012, o aterro sanitário da capital será licitado. Desde 10 de outubro, o local é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfe). O petebista não descarta que o aterro seja coletivo, ou seja, que também tenha lixo de outros municípios da Baixada Cuiabana, como Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio de Leverger, etc. “A lei federal é o que dificulta isso”, destacou Galindo. Caso a legislação favoreça, ele prossegue com a ideia. Se não for possível, o aterro será apenas da capital.

Edição EDIÇÃO 16967




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