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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010, 22h:30

Éder argumenta que operação não prejudica gestão Silval

O secretário-chefe da Casa Civil, Éder Moraes, disse que a imagem do governador Silval Barbosa (PMDB) não sofre desgaste ou reflexos da operação Hygeia. Deflagrada pela Polícia Federal, a operação culminou na prisão de dirigentes do PMDB que supostamente teria participado de fraudes em recursos destinados à saúde indígena, por meio da Funasa. Segundo Éder, “o governo está tranqüilo” porque não existe nenhuma ligação com o suposto esquema. Na linha de defesa do chefe do Executivo estadual, o secretário reforçou entendimento de que existe, por parte da gestão estadual, a confiança de que todos os fatos serão esclarecidos e de que supostos culpados serão punidos. “O governo do Estado acredita que todos os fatos serão esclarecidos e é nessa linha que a gestão funciona, com ações moralizadoras e medidas punitivas”, enfatizou o secretário. Candidato do PMDB ao governo, Silval Barbosa acentua os trabalhos para ampliar os trabalhos para atrair novos aliados políticos. Uma ação mais emblemática do chefe do Executivo estadual em relação às costuras políticas é aguardada para o próximo mês. Com as atenções da Polícia Federal voltadas para representantes do partido ligados ao presidente estadual do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, caberá ao chefe do Executivo estadual coordenar os trabalhos relacionados ao pleito deste ano. Na lista de possíveis aliados do bloco está o Partido Progressista (PP). Silval conta com respaldo do PR e do PT. O Partido dos Trabalhadores também amarga reflexos da operação Hygeia, através de Valdebran Padilha – um dos coordenadores financeiros da campanha do então candidato à prefeitura de Cuiabá, Alexandre César, nas eleições de 2004.

Edição EDIÇÃO 16962




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