Valtenir Pereira negou ontem que o ensaio no aceite ao convite feito pelo prefeito Wilson Santos tenha representado um grande golpe de marketing nas vésperas da deflagração oficial da campanha eleitoral. Nos bastidores, rumores dão conta de que ele teria chego a confidenciar no início da semana que aceitaria o acordo com o tucano. Não foi uma estratégia política. Conversamos com todas as forças políticas que procuramos e também as que nos procurou. É assim que se faz política madura e não com caciques decidindo a vida da militância, afirma. Ele ainda rechaçou a existência de qualquer pré-acordo ao segundo turno da Capital. Não existe nada com qualquer candidato. Temos que aguardar primeiro o resultado do primeiro turno. Porém, numa ressalva feita pelo candidato do PSB, ele pontua que há margens à antecipação das conversações. Evidentemente, durante a campanha, conforme o grau mais avançado, poderemos conversar, de acordo com a análise do volume da campanha, de como vai ser a adesão a nosso projeto e a reação popular, posiciona Valtenir. O candidato ainda afirma que a tônica de sua campanha será propositiva, sem ataques pessoais. Espero que outros candidatos também façam. Caso isso não ocorra, algo comum nas eleições, Valtenir afirma que, quando provocado, irá procurar responder em alto nível. Para dar mais musculatura ao projeto rotulado de alternativo, Valtenir tem procurado cooptar o PV e o PC do B. Nenhum deles, até ontem, manifestou apoio oficial ao deputado federal. Em paralelo, ambos têm mantido conversações com o PR de Mauro Mendes. (JS)