NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Sexta-feira, 12 de Junho de 2026

Primeira Página
Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011, 20h:09

Coligação vai recorrer para cassar prefeito

A coligação Ação e Desenvolvimento, que moveu processo pedindo a cassação do prefeito Juarez Costa (PMDB), e do vice, Aumeri Carlos Bampi (PT), garantiu que irá entrar com recurso e solicitar a revisão da sentença do juiz eleitoral Mário Machado, que julgou improcedente o pedido feito pela coligação e ainda multou a aliança em R$ 15 mil. Segundo o advogado de defesa da congregação, Marco Aurélio Fagundes, membros da coligação se reuniram, na manhã de ontem, e decidiram entrar com recurso. “Foi uma decisão tomada, em reunião, pelos membros da coligação. Já solicitei a retirada do processo do cartório e, neste final de semana, vou trabalhar em cima dele para entrar com o recurso”, informou. “Acredito que na próxima segunda-feira ou terça-feira [o recurso] já esteja protocolado na Justiça Eleitoral”, prevê. O pedido, conforme Marco Aurélio, é feito em Sinop, mas o processo é analisado por juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Cuiabá. Além da coligação, de acordo com o advogado de defesa, o Ministério Público Estadual (MPE) também pode entrar com recurso pedindo a revisão da decisão do magistrado. A coligação Ação e Desenvolvimento entrou com ação contra o prefeito Juarez Costa e o vice, Aumeri Bampi, durante a campanha eleitoral de 2008, sob a alegação de compra de votos e abuso de poder público com a doação de vales- combustíveis. Na época, o juiz João Manoel Guerra acatou o pedido e cassou o mandato dos candidatos. O processo foi julgado ainda nas esferas estadual e federal e retornou a Sinop. Na quinta-feira (27), numa nova decisão, o juiz eleitoral Mário Machado julgou improcedente o pedido. (MHB)

Edição EDIÇÃO 16961




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL