A CNBB não impõe nenhum tipo de resolução ou medida que impeça religiosos de atuarem na política. A única restrição fica a cargo do afastamento das tarefas sacerdotais. A Igreja Católica suspende os direitos religiosos dos aspirantes a políticos. Porém, isso não significa um banimento do cargo sacerdotal. Assim que a vida política do religioso terminar, ele pode retomar a vida religiosa normalmente. Mato Grosso tem como exemplo um religioso que chegou ao mais alto cargo da hierarquia política estadual. Dom Aquino Correia foi arcebispo de Cuiabá e governou o Estado entre os anos de 1918 a 1922, indicado pelo presidente do Brasil, na época, Venceslau Brás. (AF)