A Câmara Municipal de Várzea Grande devolveu à prefeitura da cidade o projeto enviado pelo Executivo para que o Pronto-Socorro seja repassado para a administração de uma Organização Social de Saúde (OSS), como acontece com o Hospital Metropolitano da cidade. Tivemos que reenviar a eles, o projeto não nos mostra claramente de que forma a população poderá ser beneficiada, por isso o devolvemos, para que seja refeito e somente, depois disso, nós o colocamos em votação, disse o presidente da Câmara Municipal, Maninho de Barros (DEM). Neste momento inclusive vem havendo confronto entre os servidores do Pronto-Socorro e o secretário estadual de Saúde, Pedro Henry (PP). Recentemente Henry criticou a forma de atendimento do Pronto-Socorro de Várzea Grande, que, segundo ele, estaria prejudicando o bom funcionamento do Hospital Metropolitano. Em seguida, a Fundação de Saúde de Várzea Grande (Fusvag), administradora do pronto-socorro, rebateu as acusações de Henry e garantiu que somente no primeiro semestre deste ano foram realizados 38 mil atendimentos, 700 cirurgias ortopédicas e vasculares, além de consultas em diversas especialidades. O secretário de saúde do município, Fábio Saad, disse que não sabia do retorno do projeto para a prefeitura, mas voltou a afirmar que é a favor da terceirização do pronto-socorro. Na próxima segunda-feira ele vai até a Câmara Municipal para explanar sobre a situação da saúde no Estado, e defender a terceirização do hospital.