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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008, 21h:47

Assessores de candidatos negam clima de guerra

As partes envolvidas na disputa eleitoral de Rondonópolis negam que a campanha esteja encaminhando para uma guerra eleitoral, na qual a próxima estratégia será o ataque na vida pessoal de cada candidato. “Pela nossa parte, pode-se esperar uma campanha limpa e com propostas de alto nível e espero que seja assim do outro lado, mas vamos acionar a Justiça sempre que necessário”, comenta o deputado federal Wellington Fagundes (PR), coordenador de campanha de Adilton Sachetti. Já o presidente do diretório estadual dos republicanos, Moisés Sachetti, afirma que tudo leva a crer numa queda no nível da campanha liderada pelo adversário. “Desde quando o Zé do Pátio perdeu a eleição em 2004 que ele parte para o ataque pessoal. Isso só mostra a real incapacidade deste cidadão de pensar em políticas que proporcionem bem-estar à população. Documentação apócrifa é produzida por gente do lado dele, que não tem coragem para aparecer”. O publicitário Carlos Rayel, contratado pela equipe de Zé do Pátio para cuidar do programa eleitoral e ditar o ritmo de campanha, nega qualquer tipo de referência à vida pessoal do adversário. “Nenhuma estratégia de construção de imagem é positiva atacando o oponente. Basicamente, o programa vai abordar os problemas sociais da cidade e as propostas para cada setor. Quanto aos documentos apócrifos, não foi ninguém da equipe que produziu”, argumentou. Rayel é dono da agência Mídia Brasil e já participou da campanha do deputado federal Carlos Bezerra. Além da experiência na coordenação de marketing de Orestes Quércia e Luiz Antônio Fleury, foi um dos principais estrategistas da campanha do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, à Presidência da República, em 2002. “Ataques pessoais são um risco enorme que não vale a pena correr. O prejuízo é muito mais forte do que a vinda de bons resultados”, finalizou. (RC)

Edição EDIÇÃO 16961




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