A Comissão Especial de Revisão da Constituição da Assembléia Legislativa conta com a participação de pelo menos 44 entidades de classe. Desde que foi instituída no Poder Legislativo, o grupo de trabalho vem sendo acompanhado por representantes de entidades como a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Casa Civil, Conselhos Regionais como os de Economia, Administração e Contabilidade, além da OAB seccional de Mato Grosso. O presidente da OAB, Francisco Faiad, entende que os trabalhos idealizados pelo Poder Legislativo, por meio da comissão, perfazem um importante momento para o Estado. É importante concluir essa ação porque é um trabalho de atualização da Constituição. O prejuízo da falta de adequação surge em ocasiões onde há dúvida, como questionamentos jurídicos, explicou. Faiad lembrou ainda que a defasagem no texto Estadual pode revelar situações onde o direito do servidor público pode ser atingido. O servidor público é um exemplo. Tivemos uma alteração importante na Constituição Federal, mas são pontos que ainda não estão previstos na Constituição estadual, então pode ocorrer questionamentos e nesse processo ser constatada a perda de direitos adquiridos do servidor, pondera. O coordenador do grupo de trabalho, Zaluir Assad, entende que as ações recebem novo impulso por meio da inserção de pontuações oriundas dos participantes. O entrosamento em torno desse assunto permite uma evolução a respeito do tema e a OAB tem colaborado muito nesse processo, disse. (SF)